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Reflexos da febre aftosa

Suinocultura foi mais prejudicada com aftosa do que a criação de bovinos, diz Valentini, presidente da ABCS, em entrevista coletiva.

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Redação SI (25/11/05) – A suinocultura foi a atividade que mais teve prejuízos em Mato Grosso do Sul com o surgimento dos focos de febre aftosa no Estado. A avaliação foi feita ontem, dia 24, pelo presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), Rubens Valentini, que está em Cuiabá (MT) para participar do Seminário Anual de Suinocultura de Mato Grosso. “A perda de receita foi maior do que entre os criadores de bovinos. No impedimento de vender sua produção, o suinocultor não pode, simplesmente, soltar o suíno no pasto. O sistema atual é de confinamento e, o ciclo é contínuo e dinâmico: os animais terminados precisam ser vendidos para cederem o espaço aos que vão entrar na seção de terminação. E isso precisa ser feito com a rotatividade média de uma semana”, explica Valentini.

Dessa forma, as seis semanas de embargos de estados brasileiros à carne de Mato Grosso do Sul gerou prejuízos ainda não calculados, mas que podem resultar até em fechamento de granjas, segundo estima Valentini. “A suinocultura tecnificada possui administração financeira sensível, ou seja, na medida em que a produção não pode ser comercializada, o negócio fica seriamente comprometido, pois o animal precisa continuar sendo alimentado com ração, e mantido no confinamento”. Segundo Valentini, há o registro de um criador de MS que, em seis semanas de barreiras fechadas, teve que reter 24 mil suínos terminados na granja, o equivalente a uma receita de cerca de R$ 4,8 milhões.

A situação é ainda mais lamentável, segundo Valentini, porque os empresários suinícolas são extremamente rigorosos com a questão sanitária e, há cerca de 15 anos não se tem sequer um registro de aftosa na suinocultura brasileira. “No entanto, nós somos os mais prejudicados”.

O executivo explica ainda que o cuidado sanitário diferenciado da suinocultura se baseia na própria sobrevivência da atividade. “Se a gente não cuidar da sanidade, não é a Rússia ou um outro país que vai deixar de importar a nossa carne. É o nosso animal que vai morrer”, pondera. Isso porque, diferente do boi, o suíno criado em confinamento não desenvolve resistência à febre aftosa ou a algumas outras doenças, detalha.

O presidente da ABCS avalia que não será rápida a recuperação da credibilidade sanitária brasileira. Isso por dois motivos principais. O primeiro é porque a competitividade da produção animal do Brasil “incomoda” os países concorrentes e menos competitivos. O segundo é porque há demonstrações claras de falta de confiança interna. “Quando surgiu o foco em Mato Grosso do Sul, o próprio Brasil fechou as portas àquele Estado. Isso mostra que nós não confiamos em nós mesmos”, pondera.

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