Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suinocultura paranaense

Saiba como foi o início do ano para a suinocultura no PR.

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Redação SI (10/03/06)- No início do ano houve acentuada queda na cotação do suíno em todas as regiões do estado, principalmente devido ao suposto aparecimento da Aftosa no Paraná. A crise veio de encontro com a época do ano, onde o consumo de carne diminui devido ao calor. Em algumas regiões o mercado começou a aquecer na segunda semana de fevereiro.

Na região oeste, segundo João Batista Manfio, dezembro de 2005 foi o pior mês para a região, quando a cotação chegou a R$ 1,25. Na metade de fevereiro o preço fixou em R$ 1,45, um sinal de recuperação. Segundo Manfio essa recuperação pode ser contínua se houver liberação do embargo dos países importadores. Nesse sentido, a partir deste mês de março o mercado começa a normalizar e a suinocultura conseguirá escoar o excedente da produção.

Na região sudoeste, no início de fevereiro, houve inclusive dias sem cotação, ninguém comprou carne. O preço continuou caindo até final de fevereiro e não há perspectiva de melhora, pelo menos por enquanto, mesmo com o pequeno aumento para R$ 1,50 no início de março. A região presenciou quebra de 50% no preço.

No início de fevereiro a cotação variou de R$ 1,35 a R$ 1,40, contra R$2,65 em outubro do ano passado. Na região norte o mercado começou a aquecer na segunda semana de fevereiro. O preço chegou a R$ 1,70, mas no início de março houve queda, esta semana não passou de R$ 1,55. Segundo a regional esse valor ainda precisa subir, pois o custo de produção na região varia de R$ 1,60 a R$ 1,80. O ideal seria o valor de R$ 2,20 para, pelo menos, compensar o custo de produção.

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