Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mapa, Estados e setor privado discutem impacto da ferrugem da soja na entressafra

A soja semeada fora do período da safra convencional serve como uma ponte verde, mantendo a doença no campo até o próximo cultivo de verão.

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Redação (29/03/06) – Técnicos do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reúnem-se nesta quarta-feira (29/03) às 9h, na sede da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com representantes do setor produtivo e dirigentes de órgãos estaduais de defesa sanitária para discutir sobre os impactos da ferrugem asiática nos plantios irrigados de soja na entressafra.

Segundo pesquisadores da Embrapa, a soja cultivada sob pivô central, semeada fora do período da safra convencional, serve como uma “ponte verde”, mantendo a doença no campo até o próximo cultivo de verão. 

O Mapa chegou a fazer uma recomendação oficial para que os produtores não cultivassem o produto na safrinha 2005, mas a orientação não foi acatada por alguns Estados. Agora, serão discutidas quais medidas poderão ser adotadas para reduzir o problema na próxima safra.

A Embrapa Soja avalia que, de maneira geral, a situação da ferrugem da soja é semelhante ao que ocorreu na última safra: o aparecimento da doença de forma generalizada, mas com grande dependência da condições climáticas para se desenvolver severamente.

Estados com menor incidência de chuvas tendem a registrar ocorrências menos severas da doença.Além disso, a forte atuação de técnicos e produtores no monitoramento e aplicação de fungicidas tem possibilitado um controle satisfatório da ferrugem asiática.

De acordo com panorama da ferrugem elaborado no início de fevereiro pela Embrapa soja, o Mato Grosso do Sul é o Estado com o maior número de ocorrências. “Apesar de algumas regiões estarem sofrendo com estiagem, em outras as condições climáticas têm sido bastante favoráveis para a ferrugem”. 

No Rio Grande do Sul, no mês passado a doença estava presente em 50 lavouras e em 15 unidades de alerta. Em Santa Catarina, as chuvas das últimas semanas de janeiro proporcionaram o aparecimento de 15 focos. No Paraná a doença foi registrada em todas as regiões produtoras, mas com baixa severidade, devido à estiagem. Em São, assim como no Paraná, a ferrugem se mostrou amplamente disseminada nos cultivos dessa safra, favorecida por chuvas ocorridas em dezembro e janeiro.

Na região do Triângulo Mineiro, em fevereiro a ferrugem estava disseminada de forma generalizada, mas o controle sendo feito de forma satisfatória. Em Goiás, praticamente todos os municípios produtores já haviam detectado focos de ferrugem asiática no período.

No Mato Grosso, a doença, segundo a Embrapa, tem ocorrido de forma localizada em alguns municípios, mas é onde os relatos da doença apresentam maior severidade. O maior problema decorre dos cultivos irrigados de inverno. Na Bahia, a falta de chuvas retardou o desenvolvimento da doença e, nos poucos focos identificados, a severidade da doença é baixa. Mesma situação verifica-se no Maranhão e no Tocantins.

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