Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Criação liberada

Os índios da etnia crikateje, no Pará, foram autorizados pelo Ibama a criar o suíno queixada. Além de alimentação, a atividade pode gerar renda para a tribo.

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Redação (11/07/06) – A tribo crikateje ainda preserva costumes guardados há séculos. Em uma aldeia no município de Bom Jesus do Tocantins, no Pará, vivem 241 índios da etnia. A dança dos guerreiros e a corrida de toras são exemplos das tradições preservadas por eles.

A pintura com coral, feita com materiais extraídos da floresta é outra característica dos índios. Quem visita a aldeia não escapa dos traços. Guarda a lembrança por um bom tempo. A tinta natural só sai do corpo depois de duas semanas.

Os índios, que sobrevivem principalmente da caça e da pesca, ganharam 15 matrizes do porco queixada, um dos porcos nativos do Brasil. Os animais levados do parque zôo-botânico de Carajás, no município de Parauapebas, depois que o Ibama autorizou a reprodução da espécie na aldeia. Agora, a criação dos porcos passa a ser mais uma fonte de alimentação e de renda para a tribo, que é a primeira a desenvolver este tipo de atividade no Pará.

A gente está criando um sistema semi-aberto, o mais natural possível à realidade regida destes animais. E a gente está em busca de conhecimento ainda para desenvolver esse projeto porque a gente quer ter uma multiplicação de chegar, no mínimo, a 50 animais. Para depois, comercializar. Em princípio, o consumo é mais interno para as festividades próprias da cultura indígena, explicou Ubiratan Sompré, técnico agrícola.

Na cultura dos índios crikatejes, a caça de animais, como os porcos queixada, é comum em datas comemorativas e festas tradicionais da aldeia. A criação faz com que eles possam por um período mais longo deixar de caçar os porcos no seu habitat e usar essa caça somente para esses acontecimentos, completou Raulien Queiroz, administrador regional da Funai.
 
 

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