Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,24 / cx

Cooperativa gaúcha implementa modelo de certificação

Cosuel criou método simples para acompanhamento de suínos.

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Redação SI (18/08/06)- Mal os leitõezinhos nascem em uma granja da Cooperativa dos Suinocultores de Encantado (Cosuel) e Marli Back e Adelaide Heberle já os pegam para dar início à rastreabilidade. Aplicam uma tatuagem e dão pequenos cortes nas orelhas, identificando assim a unidade e a semana nas quais nasceram. São marcas que levarão para o resto da vida, junto com um número, relativo ao lote ao qual pertencem, que receberão ao ser embarcados para a creche, segunda etapa do processo de criação.

O sistema criado pela Cosuel e concluído no final de junho permite o acompanhamento da vida dos suínos desde o nascimento até o abate. A cooperativa foi a primeira a formatar um modelo de rastreabilidade de acordo com parâmetros estabelecidos pelo Sindicato da Indústria de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul. A esperança é de que esse processo passe a ser chancelado pelas autoridades sanitárias, já que hoje não existem regras oficiais para identificação suína. Indústrias e governo federal ainda debatem a criação dessas normas.

A tendência é de que o governo faça apenas a certificação dos processos adotados pelas empresas explica Jurandi Machado, diretor da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína.

Se o sistema serve para a agroindústria, é bom que sirva para as autoridades sanitárias também diz o superintendente da Cosuel, Carlos Alberto Freitas.

Após receber a tatuagem, a mossagem (cortes na orelha) e o número de rastreamento, os lotes de suínos passam a ter todos os passos acompanhados. Dados sobre movimentação, com informações inclusive sobre o transportador, alimentação e manejo são registrados no banco de dados informatizado. Esse é um processo exigido pelos mercados mais qualificados, porque permite identificar a origem de eventuais problemas sanitários, que então podem ser combatidos.

Nas granjas, esse processo significa apenas um pouco mais de cuidado. Para o casal Ildemar e Natália Haberkamp, suinocultores na localidade de Fazenda Lohhmann, em Colinas, a adaptação foi simples e consistiu na implantação de duas medidas: a numeração das baias dos leitões e a manutenção de um livro no qual devem anotar informações sobre os lotes.

É só um serviço a mais, mas vem para o bem, porque com o livro a gente poderá conferir, daqui a um, dois anos, tudo o que entrou e que saiu (da propriedade). Aumentou o nosso controle diz Ildemar.

Hoje, a Cosuel tem 134 mil suínos rastreados a campo. A intenção é chegar a 2010 com 250 mil. O rebanho gaúcho é composto de cerca de 4 milhões de animais.

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