Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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SC ataca embargo russo à carne suína

Criadores de suínos de Santa Catarina e o governo do Estado devem se reunir hoje, em Brasília, com os ministros Luís Carlos Guedes Pinto (Agricultura) e Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento).

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Redação (22/11/06) – Furlan acaba de voltar de Moscou, e a reunião tratará do embargo russo à carne suína catarinense. A comitiva quer que o governo federal seja mais incisivo na cobrança de uma explicação dos russos sobre a permanência da barreira.

O embargo do país a Santa Catarina começou em 13 de dezembro de 2005, depois da descoberta de casos de febre aftosa em bovinos no vizinho Paraná, em outubro. Santa Catarina, o maior produtor de suínos do Brasil, chegou a ficar com 100 mil animais represados meses depois, por não conseguir vender sua produção, e o preço ao criador caiu de R$ 2,50 para R$ 1 o quilo do suíno vivo. E o Estado segue embargado embora Moscou tenha reaberto as portas às vendas de outros locais, como Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária de Santa Catarina, Roni Barbosa, acordo entre Brasil e Rússia previa que um Estado vizinho a outro com foco de aftosa ficaria embargado por um ano após o registro da doença, prazo que já venceu.

Por isso, diz o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Santa Catarina (ACCS), Wolmir de Souza, é preciso cobrar um posicionamento. Segundo informações da Secretaria de Agricultura, o Estado perdeu US$ 30 milhões por mês, desde dezembro, com a trava.

Há meses circulam no segmento hipóteses para explicar a demora de Moscou: balança comercial bilateral desfavorável aos russos, intenção russa de fortalecer sua produção própria de suínos, perda de credibilidade do Brasil pela demora no fornecimento de informações sobre aftosa e acusações de suposto pagamento de propina a fiscais russos em Santa Catarina.

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