Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas

SC ataca embargo russo à carne suína

Criadores de suínos de Santa Catarina e o governo do Estado devem se reunir hoje, em Brasília, com os ministros Luís Carlos Guedes Pinto (Agricultura) e Luiz Fernando Furlan (Desenvolvimento).

Compartilhar essa notícia

Redação (22/11/06) – Furlan acaba de voltar de Moscou, e a reunião tratará do embargo russo à carne suína catarinense. A comitiva quer que o governo federal seja mais incisivo na cobrança de uma explicação dos russos sobre a permanência da barreira.

O embargo do país a Santa Catarina começou em 13 de dezembro de 2005, depois da descoberta de casos de febre aftosa em bovinos no vizinho Paraná, em outubro. Santa Catarina, o maior produtor de suínos do Brasil, chegou a ficar com 100 mil animais represados meses depois, por não conseguir vender sua produção, e o preço ao criador caiu de R$ 2,50 para R$ 1 o quilo do suíno vivo. E o Estado segue embargado embora Moscou tenha reaberto as portas às vendas de outros locais, como Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária de Santa Catarina, Roni Barbosa, acordo entre Brasil e Rússia previa que um Estado vizinho a outro com foco de aftosa ficaria embargado por um ano após o registro da doença, prazo que já venceu.

Por isso, diz o presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Santa Catarina (ACCS), Wolmir de Souza, é preciso cobrar um posicionamento. Segundo informações da Secretaria de Agricultura, o Estado perdeu US$ 30 milhões por mês, desde dezembro, com a trava.

Há meses circulam no segmento hipóteses para explicar a demora de Moscou: balança comercial bilateral desfavorável aos russos, intenção russa de fortalecer sua produção própria de suínos, perda de credibilidade do Brasil pela demora no fornecimento de informações sobre aftosa e acusações de suposto pagamento de propina a fiscais russos em Santa Catarina.

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329