Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,43 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,75 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,29 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,97 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,90 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.570,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.465,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,91 / cx
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Preço do suíno deve melhorar em SC

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) deve intervir no mercado para garantir o preço da carne suína.

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Redação (03/04/07) – A proposta, discutida ontem em um encontro em Brasília com representantes de produtores de SC e PR, implica na compra de 50 mil toneladas excedentes. Outra possibilidade é a troca por milho. A intervenção, prevista para durar seis meses, deve iniciar em 30 dias.

A ação é necessária porque o preço pago ao produtor é menor do que o custo. Essa desvalorização é resultado das oito mil toneladas do produto que acabam não sendo comercializadas mensalmente. A situação se arrasta há 16 meses, desde que a Rússia embargou a compra de SC.

A falta de local para armazenagem, no entanto, é considerada um entrave para o sucesso da operação. A Conab deve inaugurar dois frigoríficos nos próximos dias no RS e PR. Mas sabe que a infra-estrutura disponível não será suficiente para armazenar as 50 mil toneladas. Uma alternativa seria credenciar novos frigoríficos.

Conquista de status sanitário leva à conquista de mercados

 – A solução não é tão complicada e temos ao menos duas boas alternativas – explicou o presidente da Conab, Jacinto Ferreira.

A expectativa é de que, logo que a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) decrete que Santa Catarina zona livre de aftosa sem vacinação, o que deve ocorrer em 25 de maio, os suinocultores possam conquistar novos mercados. Mas o presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos, Wolmir de Souza, teme que os pequenos produtores não encontrem meios de continuar enfrentando os sucessivos prejuízos. A intervenção imediata da Conab é, na avaliação de Souza, a única alternativa.

– O problema é urgente e deve ser solucionado imediatamente porque os produtores podem desistir da atividade. É grande o risco de Santa Catarina não ter o que vender quando ocorrer a aguardada abertura do mercado.

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