Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Reunião positiva

Presidente da ACCS classifica como positivo encontro com o governador de Santa Catarina. Na oportunidade, foram apresentados os projetos desenvolvidos pela entidade.

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Redação SI (10/04/07) – Além do cardápio à base de carne suína, preparado e servido pelo Chef Muller, de Jaraguá do Sul, o encontro também teve a apresentação de projetos com o objetivo de beneficiar os suinocultores de Santa Catarina.

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Wolmir de Souza, apresentou diversos projetos já executados pela entidade para promover o consumo da carne suína, como o Alimentação Saudável, Merenda Forte e também a Lei Estadual que inclui a carne suína na merenda escolar. Souza também solicitou do governador empenho para que os frigoríficos de Santa Catarina recolham R$ 0,10 por suíno abatido para fazer o marketing da carne suína catarinense. O governador destacou que a questão de marketing é essencial e sugeriu aos produtores que adotem certificados de procedência do produto, do tipo Denominação de Origem Controlada (DOC), seguindo o exemplo dos produtores de vinho. "Isso dá credibilidade ao produto, porém deve ser um processo orgânico, que deve partir do próprio sistema produtivo e não pode ser de origem governamental", disse.

No setor de meio ambiente, Souza apresentou os projetos que a ACCS já vem desenvolvendo e pediu o apoio do Governo para implantar nas propriedades suinícolas catarinenses. O presidente da ACCS lembrou que para cada percentual de produção, há uma forma de eliminar os dejetos, tanto para os produtores em escala artesanal, agroindustrial ou empresarial. “Temos a opção de instalar biodigestores, compostagem; ainda vender os créditos de carbono, utilizar o gás como energia elétrica e vender fertilizante. Este projeto é ambientalmente correto e economicamente viável”, declarou o presidente. Wolmir de Souza também apresentou na ocasião, um projeto de produção de energia elétrica a partir dos dejetos de suínos, capaz, segundo ele, de gerar uma receita estimada em R$ 2,5 bilhões aos produtores em um período de dez anos.

O governador contou aos produtores que esteve em conversa com o cônsul dos Estados Unidos tratando do megainvestimento que uma empresa norte-americana pretende fazer em Santa Catarina para a produção de biodiesel através dos dejetos de suínos.

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