Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Projeto internacional com participação do ITAL gera dois seminários

Eventos vão discutir as cadeias de água e de carne de frango.

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Redação (22/10/2008)- O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL-APTA, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento) representa o Brasil no /Sigma Chain/, programa europeu que tem como objetivo desenvolver um guia eletrônico mapeando as vulnerabilidades nas cadeias de alimentos e rações a substâncias ou agentes perigosos. Os resultados deste trabalho, iniciado em abril de 2006, vão ser discutidos em dois seminários ­ nos dias 10 e 11 de novembro, no ITAL ­ que tratarão, respectivamente, das cadeias de água e de carne de frango.

Os seminários fazem parte das atividades do /Sigma Chain/, que incluem disseminar os resultados obtidos pelo projeto, cuja única instituição participante fora da Europa é o ITAL. Além do Brasil, os países que integram o trabalho são: Irlanda, Alemanha, Holanda, França, Polônia e Noruega. “O objetivo dos eventos é, mais do que expor resultados, discutir aspectos que foram levantados pelo projeto. É importante esclarecer que não se trata de um projeto de pesquisa, mas de um modelo, de um conceito para determinar a segurança alimentar em diferentes cadeias”, explica o pesquisador do ITAL e representante do Instituto no Sigma Chain, Nelson Beraquet.

Quatro produtos foram escolhidos para estudo de caso considerando os possíveis riscos de suas cadeias: o frango e o salmão, que percorrem longas distâncias; a água potável, que pode ser contaminada de maneira rápida; e o leite em pó, no qual o risco é marcado pela quantidade de misturas na formulação. Os seminários ministrados no ITAL tratarão especificamente dos perigos químicos, físicos e biológicos e da rastreabilidade associados às cadeias de água e de produção de carne de frango. Os presentes participarão, por meio dos debates empreendidos, da validação das cadeias expostas no projeto, de modo a confirmar as informações reunidas ou contribuir para modificá-las de acordo com a realidade dos setores.

No dia 10 de novembro, temas como riscos biológicos e físico-químicos em água, águas residuárias, tratamento biológico de efluentes líquidos e principais fontes de poluição dos recursos hídricos serão tratados. “Queremos dar um embasamento técnico para a cadeia diagnosticada no projeto, verificar se ela descreve o que é praticado. Com a informação exata, é possível examinar cada elo e verificar onde é possível haver contaminações”, esclarece Beraquet. Embora a cadeia da água possua menos subcadeias do que as demais analisadas, identificar os riscos potenciais de contaminação também é de grande importância pela rápida disseminação que um possível caso teria entre a população. Profissionais da Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A (Sanasa), de Campinas, e da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) ministrarão palestras.

“Na cadeia do frango há mais subcadeias como, por exemplo, as da ração e de medicamentos. A discussão será importante, já que o projeto priorizou alguns componentes químicos e microbiológicos e queremos verificar se são realmente os prioritários, já que há discussões entre os próprios pesquisadores”, diz Beraquet sobre o seminário do dia 11. Na ocasião, representantes do Ministério da Agricultura e Abastecimento, da Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícolas (Facta), além de empresas do setor falarão sobre temas que incluem segurança do ovo ao abatedouro, biosseguridade nas granjas de matrizes, inocuidade durante a operação de abate e rastreabilidade.

O público-alvo dos eventos inclui legisladores, profissionais de inspeção em geral, profissionais da indústria e pessoas que atuam nos setores, em diferentes elos das cadeias. Os próximos passos do Sigma Chain, cuja conclusão está prevista para março de 2009 com possibilidade de prorrogação, prevêem também a divulgação dos resultados entre os consumidores. “Muitas vezes, o consumidor não tem idéia da complexidade das cadeias dos produtos para chegarem até ele”, destaca Beraquet. Quando o trabalho for concluído, servirá de modelo de metodologia para que cadeias de outros alimentos possam ser avaliadas.

*Serviço:

Seminário: Perigos químicos, físicos e biológicos e rastreabilidade na cadeia da água
Data: 10 de novembro de 2008
Local: Instituto de Tecnologia de Alimentos – Avenida Brasil, 2880, Campinas-SP
Inscrições – R$ 65,00
Programa completo:
www.ital.sp.gov.br/eventos

Seminário: Perigos químicos, físicos e biológicos e rastreabilidade na cadeia de produção de carne de frango
Data: 11 de novembro de 2008
Local: Instituto de Tecnologia de Alimentos ­ Avenida Brasil, 2880, Campinas-SP
Inscrições – R$ 65,00
Programa completo:
www.ital.sp.gov.br/eventos

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