Milho fecha em alta na bolsa de Chicago (EUA). No Brasil, cereal tem cotações estáveis na BM&FBovespa.
Fechamento de Mercados

AGROMERCADOS
DECLÍNIO MUNDIAL DO SUCO DE LARANJA
Números apresentados na última Conferência World Juice, realizada em outubro de 2009 na França, mostram uma redução do consumo mundial de suco de laranja. Nos EUA, de 2007 para cá a queda chega a 3%. De 22 litros per capita ano, o consumo baixou para 15 litros. Na Europa, há dez anos, o suco de laranja liderava o consumo de sucos de frutas, com quase 50% do total. Hoje, a participação caiu para 39%. No Brasil, as vendas de suco concentrado caíram 8,6% nos supermercados, segundo a Abras.
MAIOR PRODUTOR
O Brasil é o maior produtor e exportador mundial da commodity, que rendeu US$ 1,6 bilhão em 2009, 10,6% a menos do que em 2008.
REAÇÃO RÁPIDA
“Estes números impõem a necessidade de ações rápidas e integradas da cadeia produtiva de suco de laranja, uma vez que o Brasil é o maior produtor mundial”, alerta Marcos Fava Neto, professor titular de Estratégia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP.
EM QUEDA
A exportação brasileira de suco de laranja rendeu ao Brasil US$ 101 milhões em janeiro, queda de 26,97% ante o mesmo mês do ano passado, e de 30,58% em relação a dezembro de 2009. Os dados foram divulgados pela pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume exportado em janeiro último foi 25,91% inferior ao embarcado em janeiro de 2009.
PREÇO MÉDIO
O preço médio por tonelada exportada de suco em janeiro (US$ 720,90) foi 1,42% menor que os US$ 731,30 por tonelada de janeiro do ano passado. Em relação a dezembro, porém, o preço subiu 2,43%. Desde dezembro, os preços do suco de laranja estão em alta, por conta dos efeitos das geadas nos pomares da Flórida.
BRASIL NA OIC
O próximo presidente da Organização Internacional do Café (OIC) será brasileiro, segundo informou o deputado Carlos Melles na reunião com os produtores ontem em São Sebastião do Paraiso-MG.
VILÕES DAS GÔNDOLAS
Levantamento realizado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) revela os produtos que tiveram as maiores altas em 2009: açúcar (57%), cebola (50%), batata (46%), sal (35%) e farinha de mandioca (16%).
MAIORES BAIXAS
Já os produtos que mais caíram no ano passado, segundo levantamento da Abras, foram feijão (34), tomate (22), arroz (15%) e farinha de trigo (11%).
MAROLINHA?
As vendas nos supermercados cresceram 5,51% no ano passado, ante 2008, segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). “Os resultados foram extremamente positivos no ano passado, principalmente se levarmos em conta o cenário de crise do início de 2009”, comentou Sussumu Honda, presidente da Abras, que ainda não tem uma previsão para este ano, mas disse estar otimista.
MILHO AVANÇA
O preço do milho na BM&FBOVESPA fechou quase estável, a R$ 18,33 no vencimento maio, enquanto na bolsa de Chicago, a cotação do cereal subiu para US$ 3,65 o bushel no vencimento março.
CAFÉ FORTE
Os contratos futuros do café robusta em Londres foram negociados a US$ 1.339 a tonelada, com ganho de US$ 17. Na bolsa de Nova York, o café arábica ganhou 1,89% hoje, negociado a 135,05 cents por libra peso no vencimento março.
DÓLAR A R$ 1,83
O dólar recuou novamente. Perdeu 1,56% nesta terça-feira, encerrando o dia a R$ 1,83.
SOJA SOBE
Hoje, em Chicago, o preço da soja avançou para US$ 9,25 no vencimento março, com alta de 15,75 cents, enquanto na BM&FBOVESPA os contratos da soja para maio fecharam o pregão de hoje a US$ 20,30 a saca, praticamente estáveis.
BOI REFUGA
O boi gordo não sustentou a alta dos últimos pregões. Nesta terça-feira, a arroba caiu para R$ 76,35, queda de 71 centavos.
FECHA ASPAS
“O tempo pode dobrar seus joelhos” — Eric Clapton.
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– COM INFORMAÇÕES DA BM&FBOVESPA





















