Luz e energia são debatidas dentro da cultura da cana-de-açúcar. Veja movimentação dos mercados ontem (15/03).
Fechamento de Mercados

AGROMERCADOS
Segunda-feira, 15 de março 2010 N° 229
ITAIPU APAGADA
“Temos hoje uma Itaipu e meia adormecida nos canaviais brasileiros”, diz Marcos Sawaya Jank, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar, ao comentar que o setor sucroalcooleiro não aproveita como deveria o potencial do bagaço de cana para a geração de energia.
POUCA LUZ
“Só 20% das usinas exportam eletricidade. Apenas 88 das 430 usinas. É praticamente nada. Hoje geramos 3%, mas poderíamos ampliar a produção de eletricidade para cerca de 15% da matriz energética brasileira.
Leia também no Agrimídia:
- •Fávaro destaca parceria entre Mapa e Sebrae para fortalecer agroindústrias e produtores rurais
- •Acordo Mercosul–União Europeia: preparação estratégica para uma nova etapa de integração birregional, por Jogi Humberto Oshiai
- •Plano Safra 2026/2027: setor agropecuário do Paraná propõe ampliação de recursos e redução das taxas
- •Agropecuária soma R$ 775,3 bilhões e supera média da economia brasileira
ENERGIA NA SECA
A bioeletricidade, além de estar próxima dos grandes centros urbanos, produz energia durante o inverno, período de seca na região Centro-Sul.
DESPERDÍCIO
“Se toda esta cana estivesse gerando biomassa para fazer eletricidade, o país não precisa ligar usinas térmicas à carvão ou ao óleo diesel nos períodos em que falta água”, diz
LEVE ALTA
Os contratos da soja para maio iniciaram a semana em Chicago com leve alta de 4 cents, cotados a US$ 9,30 o bushel. Na BM&FBOVESPA, a soja para maio foi negociada a US$ 20,72 a saca, praticamente estável.
SAFRA MAIOR
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) reviu sua estimativa para a safra brasileira de soja para 67,6 milhões de toneladas de soja.
MÉDIA BOA
Para Henrique Paes de Barros, economista da entidade, a média de produtividade do Brasil está muito boa, perto dos 3.000 quilos por hectare e a colheita corre bem, o que justifica aumentar em 2 milhões de toneladas a previsão.
EXPORTAÇÃO RECORDE?
A previsão de exportação também foi elevada. Agora é de 28,8 milhões de toneladas, volume que se alcançado ultrapassará o recorde de 28 milhões de toneladas da safra passada.
DÓLAR A R$ 1,76
O dólar no balcão teve pequena alta de 0,06%, encerrando o pregão e hoje a R$ 1,76
MILHO CAI
Em Chicago, os lotes para maio, os mais negociados do milho, caíram 1 cent, negociados a US$ 3,63/bushel. Por aqui, os contratos futuros do milho caíram 18 centavos no vencimento maio, para R$ 18,27. O milho para setembro foi negociado a R$ 18,95 a saca na BM&FBOVESPA.
ARROBA AVANÇA
A arroba do boi gordo avançou hoje para R$ 78,49 na BM&FBOVESPA, com pequena alta de 16 centavos. O preço do bezerro, segundo o indicador Esalq/BM&F, é de R$ 681,21 por cabeça em Mato Grosso do Sul.
CAFÉ EM QUEDA
Os preços futuros do café arábica caíram na bolsa de Nova York, com os lotes para entrega em maio, a posição mais negociada, recuando 1,09%, a 131,05 cents por libra-peso. Na bolsa paulista, o arábica perdeu US$ 1,90, fechando a US$ 155,80 para entrega em setembro, a posição mais negociada na BM&FBOVESPA. Em Londres, o café robusta caiu US$ 2, para US$ 1.225 a tonelada, no vencimento maio.
AÇÚCAR CAI
Os contratos futuros do açúcar demerara tiveram perdas na bolsa de Nova York. Os lotes para entrega em maio caíram 1,42%, para 19,39 cents por libra-peso, enquanto em Londres, o açúcar refinado fechou praticamente estável, a US$ 541,20 a tonelada no vencimento maio.
MERCADO INTERNO
A saca de açúcar no mercado interno vale R$ 69,48, segundo o indicador da Esalq.
SUCO RECUA
Segunda-feira de baixa para o suco de laranja na bolsa de Nova York. Os contratos mais negociados, maio, fecharam a 151,65 cents por libra peso.
FECHA ASPAS
“Não caia antes de ser empurrado” – provérbio inglês.
– COM INFORMAÇÕES DA BM&FBOVESPA





















