Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,90 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,23 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,46 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,92 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,03 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,53 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,61 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,63 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,64 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.461,42 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,39 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,87 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Mercado Interno

Carnes estão 10% mais caras em Maringá (PR) aponta pesquisa do Procon

O grupo de carne com maior variação de preço entre as pesquisas foi o pernil (com osso e pele).

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Carnes estão 10% mais caras em Maringá (PR) aponta pesquisa do Procon

As carnes estão mais caras em Maringá, apontou pesquisa divulgada pelo Procon nesta segunda-feira (28). O preço médio destes produtos nos supermercados do município subiu 10% em relação ao último levantamento feito pelo órgão, em agosto, passando de R$ 116,75 para R$ 128,42.

O grupo de carne com maior variação de preço entre as pesquisas foi o pernil (com osso e pele). O preço, neste caso, subiu 24,3% o quilo, conforme a pesquisa. O segundo colocado foi o miolo de paleta, com aumento de 19,4% o quilo, seguido pelo frango inteiro, 15,8% mais caro.

Para o coordenador do Procon em Maringá, João Luiz Regiani, a alta no preço das carnes foi impulsionado no crescimento das exportações e no custo da produção. Segundo Regiani, as geadas que atingiram a região no inverno também impactaram nos preços.

“As exportações tiraram o produto do mercado interno, o que, obviamente, reflete no preço. O insumos também ficaram mais caros nos últimos meses. As silagens, por exemplo, foram bastante prejudicadas com as geadas que atingiram a região, o que reflete diretamente no valor da carne”, explica o coordenador do Procon.

De acordo com Regiani, a expectativa é de que as carnes fiquem mais baratas nos próximos meses. No entanto, não há como cravar a diminuição no preço, em virtude da dependência que o mercado interno tem do externo.

“Nos próximos meses, é provável que o preço das carnes se estabilizem. O mercado internacional, porém, é imprevisível. Nós dependemos deles. Apesar da expectativa de baixa, não há como prever”, ressalta.

O aumento no preço das carnes refletiu no valor da cesta básica em Maringá, afirma Regiani. O preço médio no município, levando em consideração 72 itens de quatro segmentos, foi de R$ 336,54 em outubro – 3,5% maior do que o preço da pesquisa de agosto, quando a cesta custava R$ 325,13, em média.

Além das carnes, os produtos de higiene e limpeza também encareceram a cesta básica, passando de R$ 62,78 para R$ 65,04, uma variação de 3,59%. Os hortifrugranjeiros ficaram mais baratos, com queda de 0,04% no preço em outubro, em relação a agosto.

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