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O potencial da Fitase na nutrição animal

A enzima tem sido estudada deste 1968 e sua eficácia depende de alguns fatores ligados à composição da dieta, ingredientes e aditivos utilizados, idade das aves e conhecimentos de fisiologia pelo nutricionista.

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Redação (04/12/2007)- A enzima fitase (mio-inositol hexafosfato fosfohidrolase), tem sido estudada deste 1968 quando Nelson e colaboradores testaram um resíduo de fermentação de Aspergillus ficcum em aves.

As aves tratadas apresentavam aumento das cinzas ósseas devido ao maior aporte de P para essas aves. A partir desta data, houve evolução biotecnológica para a produção dessa enzima e atualmente se conhece  os efeitos na liberação de P fítico para diversas espécies.

As pesquisas evidenciaram que nem todo o P é liberado e que a eficiência de liberação é decrescente à medida que se eleva o nível de atividade da enzima na ração. Verificou-se que em todos os casos estudados com aves e suínos, liberação de mais de 40% do P fítico com a utilização de apenas 200 FTU/kg de fitase.

Pode-se concluir nesses trabalhos que a utilização de 500, 300 e 600 FTU/kg de fitase, conseguem liberar 1,19; 1,14 e 1,16 g de P/kg em rações de suínos, poedeiras comerciais e frangos de corte, respectivamente. Considerando uma margem de segurança de 10%, estes valores correspondem a 5,5 kg de fosfato bicálcico (18% de P) por tonelada de ração ou 0,1 % de P disponível.

A fitase também afeta a biodisponibilidade de outros elementos, principalmente os cátions bivalentes (Ca++, Mg++, Zn++, Mn++ e Fe++) que podem estar quelatados na molécula do fitato. A partir da liberação do P, estes elementos também são liberados e contribuem para melhor aproveitamento dos mesmos, implicando em redução na suplementação.

A unidade de fitase ( FTU) é descrita por Engelen et al. (1994) como sendo a quantidade de enzima que libera 1 μmol de ortofosfato inorgânico por minuto a partir de 5,1 μmol de fitato de sódio em pH 5,5 e temperatura de 37  oC. 

A efetividade da fitase já foi extensivamente comprovada tanto academicamente, quanto comercialmente, ainda sim, sua eficácia depende de alguns fatores ligados à composição da dieta (cálcio e fósforo), ingredientes e aditivos utilizados, idade das aves e conhecimentos de fisiologia pelo nutricionista.

De acordo com Quian et al. (1997) a melhor resposta (desempenho, e retenção de minerais) à suplementação de fitase é obtida com a redução na relação cálcio/fosofo total de 2/1 para 1,3/1. Os mesmos autores também afirmam que há um efeito sinérgico entre fitase e vitamina D3 no aproveitamento de cálcio e fósforo.

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