Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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O potencial da Fitase na nutrição animal

A enzima tem sido estudada deste 1968 e sua eficácia depende de alguns fatores ligados à composição da dieta, ingredientes e aditivos utilizados, idade das aves e conhecimentos de fisiologia pelo nutricionista.

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Redação (04/12/2007)- A enzima fitase (mio-inositol hexafosfato fosfohidrolase), tem sido estudada deste 1968 quando Nelson e colaboradores testaram um resíduo de fermentação de Aspergillus ficcum em aves.

As aves tratadas apresentavam aumento das cinzas ósseas devido ao maior aporte de P para essas aves. A partir desta data, houve evolução biotecnológica para a produção dessa enzima e atualmente se conhece  os efeitos na liberação de P fítico para diversas espécies.

As pesquisas evidenciaram que nem todo o P é liberado e que a eficiência de liberação é decrescente à medida que se eleva o nível de atividade da enzima na ração. Verificou-se que em todos os casos estudados com aves e suínos, liberação de mais de 40% do P fítico com a utilização de apenas 200 FTU/kg de fitase.

Pode-se concluir nesses trabalhos que a utilização de 500, 300 e 600 FTU/kg de fitase, conseguem liberar 1,19; 1,14 e 1,16 g de P/kg em rações de suínos, poedeiras comerciais e frangos de corte, respectivamente. Considerando uma margem de segurança de 10%, estes valores correspondem a 5,5 kg de fosfato bicálcico (18% de P) por tonelada de ração ou 0,1 % de P disponível.

A fitase também afeta a biodisponibilidade de outros elementos, principalmente os cátions bivalentes (Ca++, Mg++, Zn++, Mn++ e Fe++) que podem estar quelatados na molécula do fitato. A partir da liberação do P, estes elementos também são liberados e contribuem para melhor aproveitamento dos mesmos, implicando em redução na suplementação.

A unidade de fitase ( FTU) é descrita por Engelen et al. (1994) como sendo a quantidade de enzima que libera 1 μmol de ortofosfato inorgânico por minuto a partir de 5,1 μmol de fitato de sódio em pH 5,5 e temperatura de 37  oC. 

A efetividade da fitase já foi extensivamente comprovada tanto academicamente, quanto comercialmente, ainda sim, sua eficácia depende de alguns fatores ligados à composição da dieta (cálcio e fósforo), ingredientes e aditivos utilizados, idade das aves e conhecimentos de fisiologia pelo nutricionista.

De acordo com Quian et al. (1997) a melhor resposta (desempenho, e retenção de minerais) à suplementação de fitase é obtida com a redução na relação cálcio/fosofo total de 2/1 para 1,3/1. Os mesmos autores também afirmam que há um efeito sinérgico entre fitase e vitamina D3 no aproveitamento de cálcio e fósforo.

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