Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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IN 65

Suinocultura paulista discute normas para fabricação de ração animal com medicamentos

A Instrução Normativa 65/2006 tem como objetivo estabelecer os procedimentos para a fabricação e o emprego de rações, suplementos, premixes, núcleos ou concentrados com medicamentos para os animais destinados a produção

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Suinocultura paulista discute normas para fabricação de ração animal com medicamentos

Setor tem um no para se adequar a normativaSuinocultores, frigoríficos e técnicos se reuniram em Campinas para discutir, junto à Associação de Criadores Paulistas de Suínos (APCS), as mudanças na Instrução Normativa 65/2006 que tem como objetivo estabelecer os procedimentos para a fabricação e o emprego de rações, suplementos, premixes, núcleos ou concentrados com medicamentos para os animais destinados a produção. O encontro, que aconteceu na segunda-feira (25/07), foi ministrado pelo coordenador técnico de suínos Giovani Marco Stingelin

Giovani destacou que “regulamentar o uso de medicamentos veterinários em fábricas de rações busca basicamente a segurança do consumidor, o uso responsável, de forma correta, e que não carreie resíduos de antibióticos na ração final que os animais consomem – próximo ao abate.”

O técnico ainda descreveu que os produtores independentes que compravam ração de premixes ou medicamentos, que até então a legislação não os englobava, passam a estar contemplados e precisam cadastrar suas fábricas no ministério. “Nesse momento eles precisam começar a pensar de forma mais rápida, o prazo é de um ano”, afirma.

A IN65 deixa claro que não é permitido o uso de medicamentos em empresas de alimentação animal que não estejam previamente autorizadas pelo MAPA. Assim, o estabelecimento precisa estar previamente autorizado pelo ministério para a fabricação de produtos com medicamento, possuir instalações e equipamentos adequados, com boas práticas de fabricação, dispor de controle da qualidade, apresentar um plano de prevenção de contaminação cruzada; possuí um local separado, identificado com acesso restrito e controle de temperatura e umidade de acordo com legislação específica, entre outras especificações.

A normativa visa garantir a proteção da saúde humana e também do animal, além do meio ambiente e dos interesses do consumidor. Para esta autorização, é preciso que o estabelecimento esteja adequado Instrução Normativa nº 4, de 2006, tem como um dos objetivos garantir as Boas Práticas de Fabricação (BPF)  http://extranet.agricultura.gov.br/sislegis-consulta/consultarLegislacao.do    

Ferreira Júnior, presidente da APCS ressalta que o assunto não é novo, porém os suinocultores foram surpreendidos. “Imaginávamos que essa normativa fosse colocada em consulta pública, entretanto veio de forma praticamente decisiva e isso vai fazer com que a gente se mobilize para motivar os agentes para que tenham a sensibilidade de que precisamos de tempo para adequar. Hoje o grande impactante é custo e nesse momento se quer temos alguma coisa de lucratividade”, afirma.

O representante do setor paulista afirma que existe a vontade de adequação, por parte da cadeia produtiva, “inclusive na suinocultura paulistas, muitas granjas já estão no processo de adequação através da IN 04. “O que não podemos é que vermos de forma impactante.”

Giovani e Ferreira Júnior cometam o tema que gera polemica no setor. Assista:

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