Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Nutrição

Ração limpa: um pilar estratégico para saúde e produtividade na avicultura

A ração representa até 70% dos custos de produção avícola, tornando sua qualidade essencial não apenas para a saúde e crescimento das aves, mas também para a rentabilidade do setor.…
Compartilhar essa notícia
Ração limpa: um pilar estratégico para saúde e produtividade na avicultura

A ração representa até 70% dos custos de produção avícola, tornando sua qualidade essencial não apenas para a saúde e crescimento das aves, mas também para a rentabilidade do setor. A chamada “ração limpa” – livre de patógenos, toxinas e contaminantes – surge como um diferencial estratégico para elevar a eficiência produtiva, reduzir custos e fortalecer a sustentabilidade da cadeia avícola.

A ração de alta qualidade atua como a base para uma microbiota intestinal saudável, elemento crucial para conversão alimentar eficiente e resistência a doenças. Em contraste, rações contaminadas por patógenos como Salmonella e Clostridium perfringens podem causar inflamações intestinais e desviar a energia das aves para combater infecções, comprometendo o crescimento e aumentando a necessidade de antibióticos.

Além disso, uma análise com 8.000 amostras de ração identificou subprodutos animais e proteínas vegetais, como o farelo de soja, como principais fontes de contaminação microbiana, sobretudo em rações não peletizadas. A mitigação dessa carga patogênica contribui para evitar surtos de doenças e maximizar a absorção de nutrientes.

Tecnologias para garantir ração limpa

O tratamento térmico eficaz, que exige temperaturas de 86°C por ao menos seis minutos, reduz significativamente os microrganismos. No entanto, essa prática precisa ser combinada com sanitizadores químicos, como ácidos orgânicos, para manter a higiene da ração até o consumo. Esses aditivos regulam o pH e atuam como conservantes naturais, dificultando a proliferação de patógenos e promovendo melhor digestão.

A incorporação de prebióticos e probióticos também se destaca como uma estratégia complementar. Eles ajudam a estabilizar o pH intestinal, promovem a exclusão competitiva de patógenos e estimulam o equilíbrio da microbiota, melhorando a conversão alimentar e reduzindo problemas digestivos.

Benefícios para a produtividade

Pesquisas confirmam que ração higienizada reduz a mortalidade e melhora a eficiência produtiva, mesmo em situações desafiadoras de saúde. Para os produtores, investir em ração limpa significa menos perdas econômicas, maior retorno sobre os investimentos e aves mais saudáveis e resilientes.

O foco na qualidade da ração consolida-se como um elemento indispensável para atender às demandas de um mercado cada vez mais competitivo e preocupado com a sustentabilidade e bem-estar animal.

Assuntos Relacionados
boletimAInutrição
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343