Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,73 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,42 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.571,30 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.500,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Nutrição

Ração limpa: um pilar estratégico para saúde e produtividade na avicultura

A ração representa até 70% dos custos de produção avícola, tornando sua qualidade essencial não apenas para a saúde e crescimento das aves, mas também para a rentabilidade do setor.…
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Ração limpa: um pilar estratégico para saúde e produtividade na avicultura

A ração representa até 70% dos custos de produção avícola, tornando sua qualidade essencial não apenas para a saúde e crescimento das aves, mas também para a rentabilidade do setor. A chamada “ração limpa” – livre de patógenos, toxinas e contaminantes – surge como um diferencial estratégico para elevar a eficiência produtiva, reduzir custos e fortalecer a sustentabilidade da cadeia avícola.

A ração de alta qualidade atua como a base para uma microbiota intestinal saudável, elemento crucial para conversão alimentar eficiente e resistência a doenças. Em contraste, rações contaminadas por patógenos como Salmonella e Clostridium perfringens podem causar inflamações intestinais e desviar a energia das aves para combater infecções, comprometendo o crescimento e aumentando a necessidade de antibióticos.

Além disso, uma análise com 8.000 amostras de ração identificou subprodutos animais e proteínas vegetais, como o farelo de soja, como principais fontes de contaminação microbiana, sobretudo em rações não peletizadas. A mitigação dessa carga patogênica contribui para evitar surtos de doenças e maximizar a absorção de nutrientes.

Tecnologias para garantir ração limpa

O tratamento térmico eficaz, que exige temperaturas de 86°C por ao menos seis minutos, reduz significativamente os microrganismos. No entanto, essa prática precisa ser combinada com sanitizadores químicos, como ácidos orgânicos, para manter a higiene da ração até o consumo. Esses aditivos regulam o pH e atuam como conservantes naturais, dificultando a proliferação de patógenos e promovendo melhor digestão.

A incorporação de prebióticos e probióticos também se destaca como uma estratégia complementar. Eles ajudam a estabilizar o pH intestinal, promovem a exclusão competitiva de patógenos e estimulam o equilíbrio da microbiota, melhorando a conversão alimentar e reduzindo problemas digestivos.

Benefícios para a produtividade

Pesquisas confirmam que ração higienizada reduz a mortalidade e melhora a eficiência produtiva, mesmo em situações desafiadoras de saúde. Para os produtores, investir em ração limpa significa menos perdas econômicas, maior retorno sobre os investimentos e aves mais saudáveis e resilientes.

O foco na qualidade da ração consolida-se como um elemento indispensável para atender às demandas de um mercado cada vez mais competitivo e preocupado com a sustentabilidade e bem-estar animal.

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