Medição técnica prevê a mortalidade dos animais e falta de procedimentos veterinários.
USDA desenvolve novo método para ajudar a reduzir a mortalidade de leitões

Para ajudar a aumentar a sobrevivência de leitões recém-nascidos, cientistas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) desenvolveram um novo método que prevê a mortalidade dos animais e habilidades de enfermagem.
O fisiologista Jeffrey Vallet e seus colegas do Agricultural Research Service Roman L. Hruska U.S. Meat Animal Research Center chama a técnica de medição de “immunocrit“. Ela determina se os leitões pré-desmame receberam colostro em quantidade adequada da matriz suína. O “mmunocrit” também mede a imunoglobulina do leitão recém-nascido através de amostras de sangue. Estas medições indicam a mortalidade dos leitões e os procedimentos veterinários realizados, de acordo com Vallet.
Além disso, os cientistas descobriram uma conexão entre as medidas “peso x mortalidade” dos leitões. “Os animais mais pesados são mais propensos a sobreviver no caso de não terem acesso ao colostro dentro do prazo crítico, ao contrário daqueles que pesam menos”, disseram os pesquisadores.
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Como os resultados dos testes são obtidos tão rapidamente, é possível identificar leitões comprometidos, enquanto eles ainda estão vivos, de acordo com Vallet. O “immunocrit” reconhece leitões dentro de uma ninhada que não tenha comido ou teve a chance de serem medicados. Isso dá uma oportunidade para salvar leitões em risco por meio de estratégias de intervenção. Com informações do site Watt.





















