Entenda como os abates religiosos, como o halal e o kosher, seguem regras específicas no Brasil para garantir segurança alimentar
Agrimídia Descomplica: abates religiosos seguem regras específicas no Brasil

Kosher e halal unem tradição, bem-estar animal e legislação sanitária
Os chamados abates religiosos são procedimentos realizados de acordo com tradições culturais e espirituais, como o abate halal (para muçulmanos) e o abate kosher (para judeus). Ambos envolvem rituais próprios, conduzidos por pessoas habilitadas, e sempre com a preocupação de garantir não apenas a observância religiosa, mas também o bem-estar animal e a segurança dos alimentos.
No caso do kosher, o processo é conduzido por um rabino habilitado, com um corte único e sangria completa. Já o halal é feito por um muçulmano habilitado, que realiza uma oração antes do corte rápido.
Leia também no Agrimídia:
- •OMSA confirma Influenza Aviária em aves silvestres no Uruguai e reforça alerta sanitário na região
- •Alibem exporta carne suína para mais de 40 países e comercializa 160 mil toneladas por ano
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •AVEC pede suspensão preventiva das importações de aves da China pela União Europeia
No Brasil, esses métodos são regulamentados pela Portaria MAPA nº 365/2021, que determina critérios para que o abate seja realizado em estabelecimentos inspecionados, respeitando a legislação sanitária. A produção atende tanto ao mercado interno quanto à exportação, já que carnes certificadas halal e kosher têm grande demanda internacional.
Assim, além de manter tradições milenares, o Brasil consegue unir respeito cultural, rigor sanitário e potencial econômico em um mesmo proce





















