Entenda como os abates religiosos, como o halal e o kosher, seguem regras específicas no Brasil para garantir segurança alimentar
Agrimídia Descomplica: abates religiosos seguem regras específicas no Brasil

Kosher e halal unem tradição, bem-estar animal e legislação sanitária
Os chamados abates religiosos são procedimentos realizados de acordo com tradições culturais e espirituais, como o abate halal (para muçulmanos) e o abate kosher (para judeus). Ambos envolvem rituais próprios, conduzidos por pessoas habilitadas, e sempre com a preocupação de garantir não apenas a observância religiosa, mas também o bem-estar animal e a segurança dos alimentos.
No caso do kosher, o processo é conduzido por um rabino habilitado, com um corte único e sangria completa. Já o halal é feito por um muçulmano habilitado, que realiza uma oração antes do corte rápido.
Leia também no Agrimídia:
- •Governo e setor dizem que exportações seguem até setembro e reforçam adequação às exigências da União Europeia
- •União Europeia retira Brasil de lista de exportação de produtos de origem animal
- •Pará confirma caso isolado de gripe aviária no Marajó
- •França e Polônia registram novos casos de gripe aviária
No Brasil, esses métodos são regulamentados pela Portaria MAPA nº 365/2021, que determina critérios para que o abate seja realizado em estabelecimentos inspecionados, respeitando a legislação sanitária. A produção atende tanto ao mercado interno quanto à exportação, já que carnes certificadas halal e kosher têm grande demanda internacional.
Assim, além de manter tradições milenares, o Brasil consegue unir respeito cultural, rigor sanitário e potencial econômico em um mesmo proce























