Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Sanidade

Fiscalização na fronteira

Pedido do ministro Mendes Ribeiro foi atendido e Forças Armadas permanecerão na divisa do Paraguai com MS, PR, SC e RS por mais 30 dias.

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A solicitação do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Mendes Ribeiro Filho foi atendida pelo Ministério da Defesa e os militares permanecerão apoiando as atividades de fiscalização na fronteira do Paraguai com Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul por mais 30 dias. O objetivo do acordo, prorrogável por igual período, é evitar a introdução do vírus no Brasil.

O documento também incluiu o pedido de apoio de logística, inteligência, comando e controle do Ministério da Defesa – inclusive com equipamentos de videoconferência localizados nos quartéis em municípios de fronteira – para que o corpo técnico do Ministério da Agricultura, em Brasília, possa manter contato direto com as equipes de campo da região.

Todas as atividades de vigilância e prevenção que vêm sendo realizadas desde a notificação do foco da doença no Paraguai seguem em andamento, principalmente na divisa do país vizinho com Mato Grosso do Sul e Paraná. Entre elas estão a proibição da importação de animais suscetíveis e produtos que representem risco; intensificação da fiscalização de trânsito de animais, produtos e sub-produtos na fronteira; aumento da vigilância em propriedades identificadas como de maior risco e análise e investigação epidemiológica da movimentação animal recente.

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