Cientistas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) encontraram uma nova maneira para facilitar a reticuloendoteliose aviária e da Doença de Marek.
Identificação de doenças em aves foi facilitada com alteração de teste
Cientistas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) encontraram uma nova maneira para facilitar a reticuloendoteliose aviária e da Doença de Marek a partir da modificação de um teste já existente.
As duas doenças são altamente contagiosas e podem causar doenças como câncer, perdas de produção e morte de aves. A doença de Marek normalmente afeta frangos jovens, enquanto a reticuloendoteliose afeta tanto a frangos, quanto a outras aves como: perus, patos, gansos e codornas.
Aly Fadly, pesquisador chefe do serviço de pesquisas agrícolas do USDA em Michigan modificou o teste de reação em cadeia por polimerase para detectar as sequências genéticas dos vírus que causam as doenças.
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O diagnóstico das doenças envolve a retirada de tecidos dos órgãos das aves afetadas, preservando-os e fazendo a identificação do vírus por exame microscópico, o que todos os laboratórios podem fazer. No entanto, se um diagnóstico definitivo não for alcançado, esse tecido deve ser congelado e enviado ao laboratório do USDA para mais testes. “A reação em cadeia por polimerase modificada permite diagnósticos laboratoriais a extrair o DNA dos vírus de tecidos preservados e detectar as duas doenças. Isso oferece uma alternativa aos complicados testes moleculares e biológicos que necessitam de amostras de tecidos congeladas ou frescos”, diz Fadly.
Cientistas da ADOL desenvolvem vacinas contra a Doença de Marek
Em outra pesquisa, cientistas do Laboratório de Oncologia e Doenças Aviárias (ADOL) estão desenvolvendo vacinas para ajudar a prevenir surtos da doença de Marek e outras doenças aviárias. Eles desenvolveram uma nova vacina, chamada CVRM2, que protege os frangos efetivamente contra o vírus da doença de Marek. O Serviço de pesquisas agrícolas dos Estados Unidos aprovou acordo com uma companhia privada para fazer a CVRM2 tornar-se uma vacina comercial.
Com informações do site WattagNet.























