Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Sanidade

Avicultura: Santa Catarina quer se perpetuar como ilha de sanidade no Brasil

Comitê Estadual de Sanidade Avícola de Santa Catarina revisará os procedimentos preventivos contra a gripe aviária.

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Avicultura: Santa Catarina quer se perpetuar como ilha de sanidade no Brasil

Santa Catarina é uma ilha de sanidade reconhecida em todo o mundo. Para manter esse status, o Comitê Estadual de Sanidade Avícola de Santa Catarina revisará os procedimentos preventivos contra a gripe aviária, para evitar que aves migratórias provenientes do Hemisfério Norte possam contaminar animais catarinenses.
 
O Brasil não tem registros de gripe aviária, mas casos da doença já foram identificados em 35 países, incluindo grandes produtores como Estados Unidos, Canadá e China. Na semana passada, o Comitê Avícola de SC decidiu revisar os procedimentos preventivos, entre eles, a mobilização do setor público e privado, e atualizar o Plano Estadual de Contingência para Influenza Aviária, que trata das medidas que devem ser tomadas em caso de uma emergência sanitária.
 
O diretor executivo da Associação Catarinense de Avicultura (ACAV), Ricardo de Gouvêa, observa que esse tema faz parte de uma agenda que visa mobilizar o setor público e privado em procedimentos preventivos contra a entrada dessa doença no Brasil e principalmente em Santa Catarina. “As ações preventivas fazem parte da rotina de Defesa Sanitária do Estado, mas devido aos últimos acontecimentos em países como México e USA, precisamos aumentar o nível de cuidados, principalmente conscientizando o produtor e a sociedade em geral sobre alguns procedimentos necessários”, expõe o diretor.
 
Desde 2005, está sediada em Chapecó a coordenação do Programa de Avicultura de Santa Catarina junto à administração regional da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). O Oeste catarinense concentra 70% da produção avícola no Estado. O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango. Em caso de ocorrência de um surto de Doença de Newcastle ou Influenza Aviária no país, o impacto econômico será muito grande e, para isso, a regionalização e/ou a compartimentalização definiriam o território em áreas geográficas com diferente status zoosanitários para efeito de comércio internacional e de acordo com as recomendações do Código Sanitário para Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
 
A regionalização e a compartimentalização vêm sendo discutida entre as entidades do setor desde o ano de 2001, após os surtos de Influenza Aviária ocorridos nos Estados Unidos e Chile. Essa situação fez com que a avicultura brasileira entrasse em estado de alerta para impedir a entrada da enfermidade no país. Eventos e congressos realizados em todo Brasil debatem o tema regionalização da avicultura e uma série de adequações começam a ser necessárias para a implantação do programa no País.
 
Um projeto-piloto de compartimentalização está sendo desenvolvido pelo Ministério da Agricultura em Itapiranga, no extremo-oeste catarinense.
 
Para a implantação, a extensão e os limites de uma região deverão ser determinados pela administração veterinária com base em fronteiras naturais, artificiais e legais, divulgados pela via oficial. Com informações da assessoria de imprensa da ACAV.

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