Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,47 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,21 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,70 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,39 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 154,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,27 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.566,88 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Sanidade

Paraná firma parcerias para inspeção e fiscalização de produtos de origem animal

Objetivo é firmar a parceria para garantir cada vez mais qualidade para o consumo de carnes

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Paraná firma parcerias para inspeção e fiscalização de produtos de origem animal

O Secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, assinou nesta segunda-feira (05/12) o termo de cooperação para a inspeção e fiscalização de produtos de origem animal produzidos e comercializados no Estado. O objetivo é firmar a parceria para garantir cada vez mais qualidade para o consumo de carnes, pescados, leite, ovos, mel e derivados.

 “É importante destacar que essa é uma parceria já existente. Essa assinatura hoje é apenas uma maneira de formalizar e garantir que esse importante trabalho continue acontecendo e seja aprimorado, sempre pensando na saúde da população paranaense”, garante Caputo Neto.

 O Termo de Cooperação Técnica formaliza as atribuições do Ministério Público do Estado, Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), Superintendência do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, Conselho Regional de Medicina Veterinária, Sindicato dos Médicos Veterinários, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural, e Secretaria de Estado da Saúde.

“Estamos reafirmando e reforçando o trabalho conjunto em busca de interesses comuns. Com uma atuação conjugada os resultados que esperamos vêm com muito mais força”, fala o promotor de justiça e coordenador do Centro de Apoio das Promotorias de Defesa do Consumidor do Paraná, Ciro Expedito Scheraiber.

De acordo com o chefe da Vigilância Sanitária estadual, Paulo Costa Santana, a Secretaria da Saúde tem a função de fiscalizar a qualidade e origem dos produtos de origem animal no comércio atacadista e varejista. O trabalho é realizado a partir de análises realizadas pelo Laboratório Central (Lacen-PR) com amostras coletadas no Estado.

 “Outra atribuição da secretaria é incentivar e acompanhar constantemente o trabalho de inspeção feito pelos municípios em açougues, supermercados, padarias e todos os locais que comercializem produtos de origem animal no Paraná”, explica Santana.

 A reunião também abordou a Resolução nº 469/2016, fruto da parceria entre as instituições, que regulamenta o fracionamento, armazenamento, embalagem e comercialização de produtos de origem animal. “A resolução cria regras para que essas práticas não coloquem em risco a saúde da população”, diz Santana.

O documento, já em vigor, orienta que os produtos fracionados na ausência do consumidor, como queijos, embutidos e carnes moídas, frequentemente vendidos em bandejas, devem ser armazenados em uma área com temperatura adequada. Ele também demanda que todo o processo seja acompanhado por um responsável técnico que garanta que tudo ocorra conforme recomendações.

“Existem diversos riscos sanitários durante os processos de fracionamento desses produtos, por isso a importância de seguir a regulamentação específica para essa prática. Caso contrário, todo o procedimento, como moer carnes ou fatiar frios, por exemplo, deverá acontecer na frente ao consumidor”, ressalta o chefe da Vigilância Sanitária Estadual. 

 

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