Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Sanidade animal

Embrapa amplia monitoramento e inclui Influenza A na inteligência sanitária da suinocultura

Plataforma CISS incorpora novo agente zoonótico e reforça vigilância epidemiológica dos rebanhos no país

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Embrapa amplia monitoramento e inclui Influenza A na inteligência sanitária da suinocultura

A Central de Inteligência em Saúde Suína (CISS), desenvolvida pela Embrapa, passou a incorporar no último mês de maio dados sobre o vírus da Influenza A, ampliando o escopo de monitoramento sanitário da suinocultura brasileira. O anúncio foi feito durante evento em Porto Alegre (RS), pela pesquisadora responsável pelo projeto, Janice Zanella.

Segundo a pesquisadora, a inclusão do novo agente representa um avanço na consolidação da plataforma, que busca fortalecer o acompanhamento de enfermidades relevantes para o setor. Os dados disponíveis abrangem o período de novembro de 2014 a maio de 2026 e, de forma gradual, também deverão incorporar informações sobre subtipos virais, ampliando a base de dados voltada ao controle da doença no país.

Vigilância integrada

Lançada em janeiro deste ano, a CISS integra e analisa dados sanitários de granjas de todo o Brasil com o objetivo de apoiar a tomada de decisão, ampliar a biosseguridade e fortalecer a vigilância epidemiológica. A ferramenta também contribui para o controle de doenças e para a sustentabilidade da cadeia produtiva.

Inicialmente, a plataforma teve como foco o Mycoplasma hyopneumoniae, agente causador da pneumonia enzoótica dos suínos e um dos principais patógenos do Complexo Respiratório Suíno. A estratégia, segundo a coordenação do projeto, é ampliar gradualmente o número de agentes monitorados, incorporando doenças de impacto sanitário e econômico.

A Influenza A, agora integrada ao sistema, é um agente zoonótico e também faz parte do Complexo Respiratório Suíno, o que reforça a abordagem de saúde única na vigilância e no controle das enfermidades.

A manutenção e atualização da CISS são realizadas em parceria com Laboratórios de Diagnóstico Veterinário, que fornecem dados de forma voluntária e anônima a partir de amostras coletadas em granjas de diferentes regiões do país. Esse fluxo de informações permite consolidar resultados laboratoriais, como testes moleculares do tipo PCR e análises patológicas, formando um banco de dados abrangente sobre o perfil sanitário dos rebanhos.

A integração contínua desses dados possibilita identificar mudanças nos padrões epidemiológicos ao longo do tempo, considerando variáveis como faixa etária dos animais, localização geográfica, tipo de amostra e sistema de produção. Inspirada em modelo desenvolvido pela Universidade Estadual de Iowa, nos Estados Unidos, a plataforma oferece análises atualizadas para diferentes agentes da cadeia produtiva.

Outro desafio enfrentado pelo projeto é a padronização das informações, já que os laboratórios utilizam metodologias e sistemas distintos. Para garantir a interoperabilidade dos dados, são adotados padrões internacionais de codificação, como LOINC e SNOMED CT. Esse processo conta com a participação da Universidade Federal de Minas Gerais, por meio do professor Rafael Nicolino.

Os dados consolidados pela CISS subsidiam a elaboração de relatórios técnicos anonimizados, que apoiam políticas públicas e estratégias de defesa sanitária, beneficiando produtores, indústrias e órgãos oficiais.

Fonte: Embrapa

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