Paraguai reforça biossegurança nas granjas avícolas diante dos casos de Newcastle no Brasil

O Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) recomendou que os produtores de aves reforcem os protocolos de biossegurança nas granjas e notifiquem casos suspeitos devido ao surto da doença de Newcastle no Brasil.
O Estado afetado é o Rio Grande do Sul, no país vizinho, o que é relevante devido à fluidez do comércio de mercadorias como pintos de um dia (pintos bb) e ovos férteis com esse mercado.
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Em comunicado, o Senacsa destacou que o certificado sanitário internacional para a importação desses bens reconhece a compra de países, zonas e compartimentos livres da doença de Newcastle.
“Portanto, de acordo com as negociações bilaterais de saúde, as importações de estados livres da doença de Newcastle não estão suspensas para a República do Paraguai”, explicaram.
O Senacsa continuará em comunicação permanente com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, monitorando a situação sanitária e comprometendo-se a manter uma comunicação fluida para “gerir esta situação de forma eficaz e mitigar os riscos de introdução do vírus no nosso país”.
Segundo dados da organização veterinária, a doença foi erradicada do Paraguai, onde não é diagnosticada desde 1997, e o país foi declarado livre da doença desde 2000. No entanto, é uma infecção altamente contagiosa e com alta propagação global que afeta várias espécies de aves.























