Anúncio foi feito pelo secretário da Agricultura, Odacir Klein, ontem pela manhã durante o 15o. Encontro Internacional de Educação Sanitária e Comunicação Social (Enesco).
Sanidade terá R$ 4 milhões no RS
Da Redação 21/06/2005 – O Rio Grande do Sul receberá R$ 4 milhões em investimentos para os processos de informatização dos departamentos de produção animal e vegetal e a admissão de 130 veterinários, 20 agrônomos, 10 zootecnistas e mais de 300 técnicos agrícolas. O anúncio foi feito pelo secretário da Agricultura, Odacir Klein, ontem pela manhã durante o 15o. Encontro Internacional de Educação Sanitária e Comunicação Social (Enesco). “O importante não são só medidas de combate aos problemas sanitários, mas também a prevenção.”
A troca de experiências entre os serviços oficiais nas áreas de saúde animal e sanidade vegetal marcou o primeiro dia do Enesco, que vai até o dia 24 no Centro de Exposições da Fiergs, em Porto Alegre. Realizado pela primeira vez no Estado e a primeira edição de caráter mundial, o evento reunirá representantes de secretarias e ministérios da Agricultura, Saúde, Ciência e Tecnologia, Justiça, Defesa e Meio Ambiente de 13 países. “Cada país trará a sua experiência e vai apresentar projetos para atuações conjuntas e além-fronteiras. Situações como a febre aftosa ou a ferrugem asiática, por exemplo, não respeitam barreiras, porteiras nem idiomas”, explica o vice-presidente do Colégio Nacional de Educação Sanitária e Comunicação (Conecos), José Carlos Bühler. O secretário de Defesa Sanitária do Mapa, Gabriel Maciel, frisou a importância de planejamento do poder público em educação e comunicação para auxiliar a iniciativa privada a aprimorar resultados no agronegócio. “O foco para que tenhamos agenda positiva é a modernização.”
Para o presidente do Conecos, Huldo Cony Filho, o agronegócio necessita do alicerce do setor público para manter a performance que o torna responsável por 40% do PIB nacional. “Os serviços oficiais precisam garantir investimentos que permitam ao setor agrícola suporte para continuar exercitando percentagens tão expressivas.”
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