No entanto, sem a publicação oficial, o Paraná não pode enviar animais para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde as barreiras permanecem.
Governo não alterou status sanitário do PR
Redação (01/11/06) – Passadas duas semanas do anúncio de que o Paraná seria considerado estado livre de febre aftosa com vacinação pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ainda não saiu instrução normativa que oficialize a mudança de status da região. Nessa terça-feira (31), o governo estadual lançou a campanha de vacinação contra a doença, esperando obter uma cobertura de 100% em um rebanho estimado em 10 milhões de cabeças.
O ministro da Agricultura, Luís Carlos Guedes Pinto, esteve em Curitiba dia 19 de outubro para anunciar a liberação. Santa Catarina está pleiteando na Organização Mundial de Saúde Mundial (OIE) o reconhecimento de zona livre de aftosa sem vacinação e já avisou que como o Paraná terá outro status, algumas barreiras continuarão. Depois do anúncio, a Secretaria da Agricultura relaxou a fiscalização sobre a movimentação de animais e o trânsito está liberado em todas as regiões. O estado espera que a documentação seja enviada pelo ministério para avaliação na reunião da OIE, em dezembro.
A Fazenda Cachoeira, em São Sebastião da Amoreira (PR), local apontado pelo ministério como primeiro foco da doença no ano passado, foi escolhida para o lançamento da vacinação. Os animais poderão ser imunizados até o dia 20 de novembro e os produtores têm de entregar o comprovante de aplicação da vacina até o dia 30. Aqueles que não respeitarem a determinação estão sujeitos à multa de R$ 76,45 por cabeça de gado não vacinada. A comprovação da vacina também é indispensável para a emissão das Guias de Transporte Animal (GTA). As vacinas custam R$ 1,15 a dose e podem ser compradas a partir desta quarta-feira.
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