Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
Destaque Todas Páginas

Comissão técnica da OIE reconhece SC como área livre de aftosa sem vacinação

A Comissão Técnica da OIE (Organização Internacional de Saúde Animal) aprovou hoje, em Paris, o reconhecimento de Santa Catarina como área livre de aftosa sem vacinação.

Compartilhar essa notícia

Redação (23/02/07) – A decisão acaba de ser comunicada pelo presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Corte, Antenor Nogueira, ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

A decisão técnica será homologada na assembléia geral da OIE convocada para o dia 25 de maio, na capital francesa, onde se reúne anualmente aquele organismo internacional.

Na prática, o estado já desfruta dessa condição, mas a falta da chancela da instituição mundial causa prejuízos à economia catarinense, assevera  Pedrozo.

O estado está há 14 anos sem ocorrência de aftosa e há seis anos sem vacinação, configurando um status sanitário único no Brasil, assinala o dirigente. Desde 2002 a Faesc propunha ao Ministério da Agricultura a manutenção do Circuito Pecuário Sul com diferenciação de status sanitário: Santa Catarina seria declarada área livre de aftosa sem vacinação e, o Rio Grande do Sul, área livre com vacinação.

Agora, a proposta foi defendida na Comissão Técnica pelo Ministério da Agricultura, a única instituição com voz e voto na Organização Internacional de Saúde Animal. O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, explica que a proposta tem o mérito de preservar o circuito Sul  e, ao mesmo tempo, reconhecer a privilegiada condição catarinense.

Nosso Estado tornou-se uma ilha de sanidade no Brasil, demonstrando possuir um dos mais confiáveis sistemas sanitários do país. Essa condição resultou de esforços dos produtores rurais, das agroindústrias e do governo.

Nas atuais condições, o circuito Sul tem área territorial de 378 mil Km2 e população de 14,9 milhões de bovinos, 10,6 milhões de ovinos e 6,5 milhões de suínos. Limita-se ao norte com o Estado do Paraná (Zona Tampão), ao Sul com a República Oriental do Uruguai, a Leste com o Oceano Atlântico e a Oeste com a República Argentina.

Um eficiente sistema de vigilância sanitária e atenção veterinária está em funcionamento na Zona Livre, na qual se praticava a vacinação regular de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa, com vacina trivalente OAC, inativada, oficialmente controlada quanto à sua qualidade – eficiência e inocuidade. A vacinação era obrigatória e fiscalizada pelos serviços veterinários oficiais até a decretação de área livre sem vacinação.

Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343