Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Comissão técnica da OIE reconhece SC como área livre de aftosa sem vacinação

A Comissão Técnica da OIE (Organização Internacional de Saúde Animal) aprovou hoje, em Paris, o reconhecimento de Santa Catarina como área livre de aftosa sem vacinação.

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Redação (23/02/07) – A decisão acaba de ser comunicada pelo presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Corte, Antenor Nogueira, ao presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

A decisão técnica será homologada na assembléia geral da OIE convocada para o dia 25 de maio, na capital francesa, onde se reúne anualmente aquele organismo internacional.

Na prática, o estado já desfruta dessa condição, mas a falta da chancela da instituição mundial causa prejuízos à economia catarinense, assevera  Pedrozo.

O estado está há 14 anos sem ocorrência de aftosa e há seis anos sem vacinação, configurando um status sanitário único no Brasil, assinala o dirigente. Desde 2002 a Faesc propunha ao Ministério da Agricultura a manutenção do Circuito Pecuário Sul com diferenciação de status sanitário: Santa Catarina seria declarada área livre de aftosa sem vacinação e, o Rio Grande do Sul, área livre com vacinação.

Agora, a proposta foi defendida na Comissão Técnica pelo Ministério da Agricultura, a única instituição com voz e voto na Organização Internacional de Saúde Animal. O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, explica que a proposta tem o mérito de preservar o circuito Sul  e, ao mesmo tempo, reconhecer a privilegiada condição catarinense.

Nosso Estado tornou-se uma ilha de sanidade no Brasil, demonstrando possuir um dos mais confiáveis sistemas sanitários do país. Essa condição resultou de esforços dos produtores rurais, das agroindústrias e do governo.

Nas atuais condições, o circuito Sul tem área territorial de 378 mil Km2 e população de 14,9 milhões de bovinos, 10,6 milhões de ovinos e 6,5 milhões de suínos. Limita-se ao norte com o Estado do Paraná (Zona Tampão), ao Sul com a República Oriental do Uruguai, a Leste com o Oceano Atlântico e a Oeste com a República Argentina.

Um eficiente sistema de vigilância sanitária e atenção veterinária está em funcionamento na Zona Livre, na qual se praticava a vacinação regular de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa, com vacina trivalente OAC, inativada, oficialmente controlada quanto à sua qualidade – eficiência e inocuidade. A vacinação era obrigatória e fiscalizada pelos serviços veterinários oficiais até a decretação de área livre sem vacinação.

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