O CTC realizou testes comparativos – com consumidores, em granjas e em frigoríficos – entre animais vacinados e castrados cirurgicamente.
Testes avaliam sabor, odor, maciez e coloração da carne suína
Redação (21/03/07) – Consumidores avaliaram aspectos como sabor, odor, coloração e maciez e, conforme o pesquisador Expedito Silveira, a carne do suíno vacinado foi bem aceita. ”O nível de androstenona no animal vacinado foi de 0,28 microgramas/grama, ante 0,32 microgramas/grama no castrado; o nível detectável da substância é de 0,5 a 1 micrograma/grama”, informa.
Na granja, o desempenho zootécnico do suíno vacinado também foi melhor. A média de peso vivo foi de 137,76 quilos, ante 124,41 quilos do castrado. O ganho de peso diário do vacinado foi de 0,944 quilos/dia, enquanto o do castrado foi de 0,851 quilos/dia.
No frigorífico, o peso da carcaça do vacinado foi de 108,93 quilos, ante 103,83 quilos do castrado. O rendimento de carne/animal também deu vantagem à imunocastração: 58,10 quilos ante 53,28 quilos do castrado.
Leia também no Agrimídia:
- •Síndromes Respiratórias em Suínos: panorama técnico, impactos e estratégias na Suinocultura Industrial de Fevereiro
- •Comitiva do Mato Grosso visita Santa Catarina para fortalecer e expandir a suinocultura brasileira
- •Agroceres PIC lança guia para apoiar a prevenção de mordeduras em suínos
- •Suinocultura europeia: adequação da Ucrânia às normas da UE exigirá investimento milionário e reestruturação das granjas





















