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Circovirose, o mais novo desafio à suinocultura

Conhecida também por Síndrome Multissistêmica do Definhamento dos Suínos (SMDS), a circovirose gera grande preocupação à suinoculutura mundial.

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Redação SI (11/07/07) – Por Edson Bordin*

Descoberta recente da ciência, a doença, que ataca o sistema imunológico de suínos e geralmente está associada a outras enfermidades, é causa significativa de mortalidade entre leitões. Somente na Europa, causou prejuízos da ordem de 600 milhões de euros, em 2006.

No Brasil, ainda não há estimativas confiáveis sobre o impacto da doença. Mas é fato para integradores, sanitaristas, técnicos e suinocultores das principais regiões produtoras que a doença se espalha pelos plantéis brasileiros, causando prejuízos.

A circovirose suína foi diagnosticada pela primeira vez no Canadá, em 1990. É causada pelo circovirus suíno, da família Circoviridae, um dos menores organismos que acometem animais domésticos no mundo, também altamente contagioso, resistente ao ambiente e praticamente imune à maioria dos desinfectantes convencionais.

Sendo uma doença imonossupressora, ou seja, que debilita o sistema de imunológico do animal, a circovirose está associada, normalmente, a outras doenças. Assemelha-se, portanto, à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), em seres humanos, embora não seja tão letal (entre 6% e 8% dos animais infectados chegam a falecer), mas, igualmente, provoca verdadeira revolução na compreensão sobre o funcionamento do sistema imunológico dos suínos.

Os sintomas clínicos costumam aparecer entre o pós-desmame e o início da engorda (2 a 4 meses). O mais comum é o definhamento do organismo. Por conta dele, a circovirose é apelidada de “Doença do Gordo e Magro”, em referência aos personagens da televisão, por provocar desenvolvimento desigual nos leitões. Outros sintomas que podem aparecer são apatia, em diferentes graus de severidade, icterícia, lesões cutâneas e adenopatias, ulcerações gástricas, hemorragias cutâneas, adenopatias, emanciação com tosse e outros.

É importante salientar que nem todos os animais infectados desenvolvam a doença. O controle pode ser realizado com a observação dos postulados de Madec, conjunto de medidas para dirimir a persistência do vírus e estimular a resposta imunológica dos animais. Além disso, podem ser usados suplementos nutricionais nutracêuticos, antibióticos bactericidas (em animais já afetados não se recomenda o uso de bacteriostáticos, pois sua eficácia depende do bom estado do sistema imunológico) e imunização, esta uma importante ferramenta preventiva.

A vacinação das matrizes confere imunidade aos leitões, via colostro. As marrãs devem ser imunizadas antes do acasalamento ou inseminação, com dose de reforço no periparto e a cada parição, recomendação também válida para matrizes.

Está chegando ao Brasil a primeira vacina desenvolvida contra a circovirose suína, que já demonstrou eficácia em mais 80 milhões de leitões vacinados no Canadá e na Europa. Circovac, fabricada pela Merial Saúde Animal, representa um novo avanço no controle da doença e, especialmente, porque supera – e muito – em qualidade e eficiência as vacinas autógenas, produzidas a partir de amostras virais coletadas na própria granja.

*O autor é médico veterinário, patologista, e gerente técnico da Merial Saúde Animal.

Informações adicionais ou detalhes sobre Circovac podem ser obtidas no SAC 0800.160909  ou em www.circovac.com.br
 

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