A vacina é o instrumento mais eficaz para proteger os animais, e é preciso o máximo de atenção às ações administrativas e técnicas exigidas.
Estados são convocados a se engajar no combate à aftosa
Redação (04/11/2008)- Dezenove secretarias estaduais de Agricultura estão sendo convocadas a se engajar no trabalho de erradicação da febre aftosa. A mobilização foi feita, oficialmente, nesta terça-feira (4), pelo secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, marcando o início da segunda etapa de vacinação contra a doença.
Em correspondência aos secretários, Kroetz enfatizou que a vacina é o instrumento mais eficaz para proteger os animais, nesta fase, e solicitou o máximo de atenção às ações administrativas e técnicas exigidas para alcançar níveis elevados de imunização dos rebanhos.
Segundo ele, embora o Brasil tenha evoluído bastante no combate a essa doença, a febre aftosa continua sendo o principal argumento de restrições comerciais impostas pelos países importadores. “Para a manutenção da transparência e conquista da credibilidade internacional é fundamental o fiel cumprimento dos acordos sanitários, em conformidade com os protocolos bilaterais e multilaterais assinados”, destacou Inácio Kroetz.
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Atualmente, quase 60% do território brasileiro são reconhecidos, internacionalmente como área livre de febre aftosa, sendo que o Estado de Santa Catarina possui o status de livre dessa doença, sem vacinação. ‘Isso significa que 89% do rebanho bovino brasileiro estão em área livre,” explicou.
Comércio internacional – Nos últimos anos, o Brasil tem se destacado no cenário mundial como produtor e exportador de produtos agropecuários, principalmente de carnes. Hoje, é o país que mais exporta carnes bovina e de aves.
Segundo Kroetz, todas as garantias sanitárias oferecidas pelo Brasil estão pautadas na existência e manutenção de serviços veterinários bem-estruturados e capacitados para responder, com rapidez e eficiência, às demandas dos mercados.





















