Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Saúde Animal

Cuidados com a pneumonia enzoótica suína

Grande variação de temperatura durante o inverno dificulta o manejo dos suínos e exige do produtor maior cuidado para controlar a pneumonia enzoótica em seu plantel.

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A grande variação de temperatura durante o inverno dificulta o manejo dos suínos e exige do produtor maior cuidado para controlar a pneumonia enzoótica. A doença é crônica e muito contagiosa, caracterizando-se por uma broncopneumonia catarral que clinicamente se manifesta por tosse seca, atraso no ganho de peso, alta morbidade, baixa mortalidade e geralmente cursa com complicações broncopulmonares purulentas. Pesquisas revelam que ela pode ocasionar perdas econômicas de cerca de 20% sobre a conversão alimentar e até 30% sobre o ganho de peso.

Segundo o médico veterinário Alexandre Frizzo, da área de suinocultura da Cotrijal, para reduzir os riscos de perdas, o produtor deve estar atento principalmente à temperatura e à umidade dentro das instalações. Oscilação maior que 10° C dentro das instalações provoca estresse com redução do consumo de ração e consequentemente a diminuição na taxa de crescimento dos animais. “Nos dias de grande variação de temperatura o suinocultor deve conduzir adequadamente o manejo das cortinas”, alerta. “O ideal é tentar manter a temperatura dentro do alojamento o mais estável possível, evitando, especialmente, correntes de ar frio sobre os suínos”. A fonte de infecção mais importante é a porca, que transmite a doença à sua leitegada, logo após o nascimento. Mas esses leitões, quando misturados com outros, no desmame ou no início do crescimento, também podem transmitir a doença via oral.

Outro cuidado importante é diminuir a umidade nas instalações. Alojamentos muito úmidos podem provocar mais frio nos animais, que ao invés de utilizar a ração ingerida para ganhar peso vão necessitá-la para manter o corpo aquecido, reduzindo o seu crescimento

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