Ao contrário das previsões do USDA, consumo de carne suína no México deve aumentar mesmo com surto de gripe A.
Cresce consumo de carne suína no México
O consumo de carne suína no México deve registrar alta esse ano, apesar do país estar no centro do surto de H1N1 no início do ano.
O vírus H1N1 teve “impacto mínimo” graças a uma campanha de promoção da carne suína promovida pelo governo, onde uma unidade da indústria suinícola distribuiu milhares de amostras grátis do produto, relatou um porta voz do governo.
O consumo deve crescer 3,8% este ano, chegando a 1.67 milhões de toneladas, desafiando a queda de 4,4% anunciada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.
Leia também no Agrimídia:
- •Exigências externas moldam produção suinícola brasileira
- •Deficiência de vitamina D atinge mais de 60% dos suínos e acende alerta na produção global
- •Agroceres Multimix lança divisão e reforça atuação em especialidades nutricionais
- •Preços de cortes suínos variam e toucinho dispara frente ao suíno vivo
Os produtores de suínos não escaparam dos danos, já que os preços caíram. O preço médio da carcaça na Cidade do México em agosto é 0,024 dólares, 21% a menos que no ano anterior.
Os produtos importados se tornaram cada vez mais competitivos, com uma oferta mundial maior que a demanda, causada pelos impactos dos temores da gripe A, promovendo um aumento de 12% nas importações do país.
As exportações do México, embora representem apena uma pequena parte da produção de carne suína, tiveram queda de 5,5%.
* Tradução Suinocultura Industrial























