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Depois de altas em algumas regiões, preços do suíno vivo ficam estáveis

Nesta quarta-feira (18/11), os preços para o suíno vivo encerraram estáveis nas principais praças de comercialização

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Depois de altas em algumas regiões, preços do suíno vivo ficam estáveis

Depois de altas em algumas regiões, preços do suíno vivo ficam estáveisNesta quarta-feira (18/11), os preços para o suíno vivo encerraram estáveis nas principais praças de comercialização. Nesta semana, algumas regiões apresentaram alta na referência de preços para os próximso dias, como São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Já em Mato Grosso, o cenário foi de baixa nas cotações.

Segundo informações da Scot Consultoria, a expectativa para a semana é de preços firmes, mas com a chegada da segunda quinzena do mês, novas baixas não são descartadas. Além disso, os atuais patamares estão bem abaixo aos praticados há um ano, em que em São Paulo a diferença é de uma queda de 22,8%.

Por outro lado, o poder de compra do suinocultor paulista apresentou melhora na última semana. Com o aumento de 1,3%, é possível comprar 7,68 quilos de milho para cada quilo de suíno.

Mercado externo

Nesta semana, a China divulgou a habilitação de importação de produtos de duas novas plantas de suínos do Brasil, além de carne de frango. As duas unidades frigoríficas são de Santa Catarina. Segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) atualmente seis frigoríficos possuem autorização para exportar carne suína para o país.

“Estamos neste trabalho há tempo.  A forte negociação da Ministra Kátia Abreu e da equipe do ministério tornaram mais rápida a conclusão deste processo.  Com isto, estamos convictos de que, em breve, teremos o anúncio de outras habilitações”, destaca o presidente da ABPA, Francisco Turra.

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