Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 65,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 137,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 145,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 7,53 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,06 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,51 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,61 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,87 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 145,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 159,31 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 134,42 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 148,56 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,16 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,18 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.414,46 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.314,61 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 171,61 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 140,74 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 147,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 157,72 / cx
Destaque Todas Páginas
Conteúdo Técnico

Diarreias em leitões jovens: condição frequente e desafiadora

Episódios de diarreia são extremamente comuns em granjas de suínos, sendo, juntamente com os problemas respiratórios, as condições mais frequentes e impactantes na suinocultura brasileira

Compartilhar essa notícia
Diarreias em leitões jovens: condição frequente e desafiadora

Particularmente leitões jovens são suscetíveis aos quadros entéricos, mais frequentes em animais entre 5 e 7 dias de idade, mas pode ocorrer até o desmame.

Essa condição pode levar ao aumento de mortalidade ou, pelo menos, a uma redução de desempenho e impacto no peso ao desmame. Essas consequências irão depender do agente envolvido, das condições ambientais e de manejo associados ao processo, e à capacidade de identificação da causa e intervenção rápida para a solução do problema.

Dentre os agentes mais frequentemente envolvidos nesses quadros entéricos de leitões jovens estão Escherichia coli enterotoxigênica (ETEC), Clostridioides difficile, Cystoisospora suis, Rotavírus tipos A, B e C, principalmente; bem como Clostridium perfringens tipos C e A, Enterococcus sp, Strongylus ransomi, e as coronaviroses, a citar, vírus da Gastroenterite transmissível (TGE), vírus da Diarreia Epidêmica Suína (PED) e Deltacoronavírus.

Dessa forma, passamos a discutir brevemente os enteropatógenos acima descritos. Considerando que as coronoviroses são exóticas na suinocultura brasileira e que S. ransomi é extremamente raro, não abordaremos em detalhes essas enfermidades.

Colibacilose em leitões jovens 

São causadas pelo patotipo enterotoxigênico e frequentemente por cepas de diferentes virotipos, como por exemplo F41, F5 e F6 +Sta, que não são beta hemolíticos em ágar sangue, e F4 + Sta, Stb, LT, EAST-1, que normalmente são beta-hemolíticos. Ou seja, cepas patogênicas de E. coli que afetam leitões jovens, particularmente na primeira semana de vida, podem ser ou não beta-hemolíticas.

A presença desses virotipos no intestino delgado de leitões é essencial mas não suficiente para desencadear diarreia, sendo necessárias condições predisponentes outras, como imunossupressão induzida por fornecimento insuficiente de colostro/leite, temperatura ambiente baixa, umidade elevada do ambiente e carga bacteriana ambiental alta.

Com essas condições instaladas, a colibacilose pode induzir diarreia aquosa profusa e rápida desidratação de leitões, induzindo elevação significativa da taxa de mortalidade. Macroscopicamente, alças do intestino delgado estão dilatadas, com conteúdo líquido, por vezes com gases, hiperêmica ou não, dependendo de a cepa ser beta-hemolítica ou não.

O diagnóstico se baseia no isolamento e tipificação do virotipo de ETEC e observação de colônias de cocobacilos em íntimo contato com a superfície de células epiteliais intestinais, particularmente na face lateral de vilosidades do íleo.

O controle se baseia na diminuição de pressão de infecção ambiental pela adequada limpeza, desinfecção e descanso das instalações, ambiente adequado (seco e aquecido) para os leitões, vacinações de matrizes com o virotipo circulante na granja e adequada colostragem no primeiro dia de vida dos leitões.

Leia a matéria completa na edição 311 da Revista Suinocultura Industrial

Assuntos Relacionados Sanidade
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 65,02
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 137,33
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 145,15
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 7,53
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,06
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,04
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,51
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,48
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 4,61
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 142,87
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 145,34
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 155,59
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 159,31
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 134,42
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 148,56
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,16
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,18
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.414,46
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.314,61
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 171,61
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 140,74
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 147,74
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 157,72
    cx

Relacionados

SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328