Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Mercado Interno

Preços da carne suína limitam competitividade em relação a concorrentes

Queda pode ser reflexo das variações nos preços e do comportamento do mercado

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Preços da carne suína limitam competitividade em relação a concorrentes

De acordo com um levantamento realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a competitividade da carne suína vem sendo afetada em comparação com outras proteínas, como a carne de frango e bovina. Durante o período de abril a maio, até o dia 23, os preços médios da carne suína e de frango apresentaram pequenos aumentos, enquanto os preços da carne bovina registraram quedas.

No mercado atacadista da Grande São Paulo, a carcaça especial suína teve uma valorização de 1% de abril para maio, alcançando uma média mensal de R$ 9,84 por quilo. Os pesquisadores do Cepea destacam que os preços da carne suína vinham apresentando altas desde o início de maio. No entanto, a entrada da segunda quinzena do mês, quando a demanda geralmente se enfraquece, interrompeu esse movimento de elevação, limitando o avanço na média mensal.

Essa queda na competitividade da carne suína em relação às proteínas concorrentes pode ser um reflexo das variações nos preços e do comportamento do mercado. A demanda por carne suína tende a diminuir durante a segunda metade de maio, o que afeta os preços e impacta a média mensal. Enquanto isso, as carnes de frango e bovina estão enfrentando cenários diferentes, com as proteínas sujeitas a quedas nos preços e a outros fatores influenciadores.

Os produtores e agentes do setor suinícola devem estar atentos a essas oscilações de mercado e buscar estratégias para manter a competitividade da carne suína, como o aprimoramento da qualidade do produto, a busca por novos mercados e a diferenciação de produtos no segmento. A análise contínua do mercado e a adaptação às demandas dos consumidores serão fundamentais para garantir o crescimento e a sustentabilidade do setor no contexto competitivo atual.

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