Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Suinocultura paranaense registra melhor preço do ano com demanda aquecida

Em setembro de 2025, a suinocultura paranaense registra melhor preço do ano, garantindo maior rentabilidade aos produtores

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Suinocultura paranaense registra melhor preço do ano com demanda aquecida

O setor de suinocultura do Paraná vive um momento de alívio financeiro, tendo alcançado em setembro de 2025 o melhor resultado do ano. De acordo com o Boletim Semanal do Departamento de Economia Rural (Deral), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo atingiu R$ 7,16 por quilo. Este patamar, o mais alto do período, garantiu uma margem positiva de R$ 1,39/kg sobre os custos de produção estimados pela Embrapa Suínos e Aves, configurando a rentabilidade mais expressiva de 2025.

Este desempenho consolida uma recuperação gradual, distanciando-se do cenário apertado de janeiro, quando o preço de R$ 6,76/kg resultava em uma margem de apenas R$ 0,58/kg. Segundo a análise do Deral, a valorização do suíno é sustentada por dois pilares principais: a elevação consistente das exportações e o aquecimento do consumo interno, que tradicionalmente se intensifica com a aproximação das festividades de fim de ano. A expectativa do departamento é que os preços continuem em trajetória de valorização até dezembro, embora a alta nos custos de produção siga como um ponto de atenção para a rentabilidade.

O boletim do Deral também trouxe um panorama positivo para as lavouras de grãos no estado. O plantio da soja para a safra 2025/26 está acelerado, com 71% da área total de 5,77 milhões de hectares já semeada. As condições são favoráveis, com 97% das lavouras classificadas como “boas”, e a projeção de colheita é de 21,96 milhões de toneladas. No caso do trigo, a colheita avança apesar do excesso de chuvas, apresentando uma produtividade recorde superior a 3.300 kg por hectare. O Paraná deve colher 2,75 milhões de toneladas, um volume 18% maior que o de 2024, mas ainda abaixo do pico registrado em 2023.

Outros setores do agronegócio paranaense também mostram vigor. O setor lácteo apresenta sinais de recuperação, com o volume de exportações de soro de leite já superando o total embarcado no ano anterior, enquanto as importações se estabilizaram. A fruticultura mantém sua força econômica, com as regiões de Paranavaí, Curitiba, Jacarezinho, Cornélio Procópio e Maringá respondendo por quase dois terços do Valor Bruto da Produção de frutas no Paraná, com destaque para a laranja, morango, uva e goiaba.

Referência: SEAB

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