Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Internacional

Sanidade na suinocultura: surtos de peste suína africana avançam em javalis na Alemanha

Sanidade na suinocultura em risco: surtos alarmantes de peste suína africana em javalis na Alemanha exigem atenção urgente

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Sanidade na suinocultura: surtos de peste suína africana avançam em javalis na Alemanha

A disseminação da Peste Suína Africana voltou a preocupar o setor europeu, com o aumento significativo de casos em javalis na Renânia do Norte-Vestfália. De acordo com dados do sistema alemão de saúde animal TSIS, o estado já contabiliza 515 animais infectados apenas no último mês.

A região, que abriga importantes centros urbanos como Colônia, Düsseldorf, Essen e Dortmund, apresenta crescimento contínuo tanto no número de casos quanto na área de disseminação do vírus.

Março de 2026 foi o período mais crítico até o momento, com 123 javalis infectados registrados. Em abril, a tendência de alta se mantém, com 42 ocorrências já confirmadas, sendo a maioria concentrada no distrito de Siegen-Wittgenstein, especialmente no município de Hilchenbach.

Distribuição regional mostra avanço concentrado da doença

Os surtos estão distribuídos em três principais distritos do estado: Olpe, com 264 casos; Siegen-Wittgenstein, com 246; e Hochsauerlandkreis, com registros pontuais. A análise dos dados indica expansão gradual da doença dentro da região, o que reforça a necessidade de vigilância sanitária intensificada.

As informações também são acompanhadas por organismos internacionais, como a Organização Mundial de Saúde Animal, que monitora a evolução da enfermidade em escala global.

Cenário contrasta com controle em outros estados alemães

Enquanto a situação na Renânia do Norte-Vestfália se agrava, outros estados da Alemanha apresentam cenário mais controlado. Em Hesse, por exemplo, os registros caíram significativamente desde dezembro de 2025, com menos de cinco casos mensais.

Já a Saxônia, que havia sido recentemente considerada livre da doença após mais de cinco anos de enfrentamento, voltou a registrar um caso isolado em abril de 2026, evidenciando a persistência do risco sanitário.

Outros estados seguem próximos de recuperar o status sanitário livre da doença, como Brandemburgo, Baden-Württemberg e Renânia-Palatinado, caso não haja novos registros nos prazos estabelecidos.

Monitoramento de javalis é estratégico para proteção da suinocultura

A circulação do vírus em populações de javalis é considerada um dos principais desafios para o controle da peste suína africana, já que esses animais atuam como reservatórios naturais da doença e dificultam a erradicação completa.

Embora não haja registro recente de disseminação significativa em granjas comerciais nessas regiões, o avanço entre animais silvestres mantém o setor em alerta, especialmente devido ao risco de impacto sobre a produção, exportações e sanidade da cadeia suinícola europeia.

O cenário reforça a importância de medidas contínuas de biosseguridade, monitoramento epidemiológico e controle de fauna, fundamentais para evitar a reintrodução do vírus em sistemas produtivos e preservar a competitividade da suinocultura no mercado internacional.

Referência: Pig Progress
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