Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Internacional

Sanidade na suinocultura: surtos de peste suína africana avançam em javalis na Alemanha

Sanidade na suinocultura em risco: surtos alarmantes de peste suína africana em javalis na Alemanha exigem atenção urgente

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Sanidade na suinocultura: surtos de peste suína africana avançam em javalis na Alemanha

A disseminação da Peste Suína Africana voltou a preocupar o setor europeu, com o aumento significativo de casos em javalis na Renânia do Norte-Vestfália. De acordo com dados do sistema alemão de saúde animal TSIS, o estado já contabiliza 515 animais infectados apenas no último mês.

A região, que abriga importantes centros urbanos como Colônia, Düsseldorf, Essen e Dortmund, apresenta crescimento contínuo tanto no número de casos quanto na área de disseminação do vírus.

Março de 2026 foi o período mais crítico até o momento, com 123 javalis infectados registrados. Em abril, a tendência de alta se mantém, com 42 ocorrências já confirmadas, sendo a maioria concentrada no distrito de Siegen-Wittgenstein, especialmente no município de Hilchenbach.

Distribuição regional mostra avanço concentrado da doença

Os surtos estão distribuídos em três principais distritos do estado: Olpe, com 264 casos; Siegen-Wittgenstein, com 246; e Hochsauerlandkreis, com registros pontuais. A análise dos dados indica expansão gradual da doença dentro da região, o que reforça a necessidade de vigilância sanitária intensificada.

As informações também são acompanhadas por organismos internacionais, como a Organização Mundial de Saúde Animal, que monitora a evolução da enfermidade em escala global.

Cenário contrasta com controle em outros estados alemães

Enquanto a situação na Renânia do Norte-Vestfália se agrava, outros estados da Alemanha apresentam cenário mais controlado. Em Hesse, por exemplo, os registros caíram significativamente desde dezembro de 2025, com menos de cinco casos mensais.

Já a Saxônia, que havia sido recentemente considerada livre da doença após mais de cinco anos de enfrentamento, voltou a registrar um caso isolado em abril de 2026, evidenciando a persistência do risco sanitário.

Outros estados seguem próximos de recuperar o status sanitário livre da doença, como Brandemburgo, Baden-Württemberg e Renânia-Palatinado, caso não haja novos registros nos prazos estabelecidos.

Monitoramento de javalis é estratégico para proteção da suinocultura

A circulação do vírus em populações de javalis é considerada um dos principais desafios para o controle da peste suína africana, já que esses animais atuam como reservatórios naturais da doença e dificultam a erradicação completa.

Embora não haja registro recente de disseminação significativa em granjas comerciais nessas regiões, o avanço entre animais silvestres mantém o setor em alerta, especialmente devido ao risco de impacto sobre a produção, exportações e sanidade da cadeia suinícola europeia.

O cenário reforça a importância de medidas contínuas de biosseguridade, monitoramento epidemiológico e controle de fauna, fundamentais para evitar a reintrodução do vírus em sistemas produtivos e preservar a competitividade da suinocultura no mercado internacional.

Referência: Pig Progress
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