Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Tecnologia

Blockchain viabiliza marketplace descentralizado para comercialização de energia

Esse é o objetivo do projeto conduzido pela Copel Distribuição, concessionária de energia do Paraná

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Blockchain viabiliza marketplace descentralizado para comercialização de energia

Criar um novo ambiente virtual para a comercialização direta de energia elétrica entre consumidores e prosumidores (que produzem sua própria energia), no ambiente de geração distribuída (GD). Esse é o objetivo do projeto conduzido pela Copel Distribuição, concessionária de energia que atua principalmente no estado do Paraná, para o qual o CPQD está desenvolvendo uma solução baseada em Blockchain destinada a viabilizar a implantação de um marketplace descentralizado para transações desse tipo.

Iniciado em agosto deste ano, o projeto conta com recursos do programa de pesquisa e desenvolvimento regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e tem duração prevista de 21 meses. “A ideia é preparar as empresas de energia para as mudanças estruturais motivadas pelas transformações no setor elétrico, em particular pelos movimentos de descentralização, que incluem a geração distribuída, de digitalização e de mobilidade elétrica, bem como pelo crescente protagonismo do consumidor de energia”, afirma Gustavo Klinguelfus, gerente do Programa de P&D da Copel Distribuição. 

O uso da tecnologia Blockchain permitirá a comercialização de energia elétrica no marketplace de forma segura, rápida e sem intermediários, entre consumidores e prosumidores (residenciais, comerciais, industriais, etc.) que não se conhecem. “Trata-se de uma nova relação comercial que tecnologias disruptivas como o Blockchain tornam possível. Nesse caso, os prosumidores passam a dispor de opções economicamente mais atrativas para remunerar o excedente de energia injetada no sistema de distribuição, o que tende a impulsionar a expansão da GD”, explica Frank Toshioka, gerente do projeto por parte da Copel Distribuição.

Luiz Rolim, líder técnico do projeto no CPQD, destaca que a organização, em conjunto com a Copel Distribuição, será responsável pela concepção do novo marketplace, construção das regras de negócio, operação do sistema, desenvolvimento da rede Blockchain e, ainda, pela criação de simuladores para a realização de provas de conceito. “Para isso, vamos empregar ferramentas no estado da arte da tecnologia Blockchain, realizar estudos de viabilidade econômica baseados em dados reais da Copel e do sistema elétrico nacional e, ainda, conduzir provas de conceito, em ambientes simulados, com grupos representativos da base de consumidores da Copel”, adianta Rolim. “O ponto de partida será o atual arcabouço regulatório. Entretanto, o projeto prevê aprimoramentos das normas regulatórias e das regras de negócio do setor, com o objetivo de viabilizar novas formas de remuneração e modelos de negócio para a geração distribuída”, acrescenta.

Gustavo Klinguelfus, da Copel Distribuição, enfatiza que esse projeto é um passo importante da empresa em direção à massificação no país da geração distribuída – em particular, de energia fotovoltaica. “Por meio da prova de conceito, das análises realizadas e do uso de tecnologias habilitadoras como o Blockchain, será possível avaliar o comportamento dos agentes no marketplace, suas interações com as empresas de energia, as questões econômicas, regulatórias, tributárias e comerciais associadas, o que irá gerar importantes contribuições não só para a Copel como também para o setor elétrico nacional”, conclui.

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