Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Energia Solar

Sem acesso a energia eólica, pequenas empresas apostam na geração solar

Regra no país limita acesso a fábricas e grandes empresas, mas uso do sol como fonte se popularizou nos últimos três anos

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Sem acesso a energia eólica, pequenas empresas apostam na geração solar

A energia eólica só pode ser comprada no Brasil diretamente por fábricas e grandes empresas habilitadas para o mercado livre, com consumo mínimo de 1.000 kW, o que equivale à demanda de uma indústria de médio porte ou de um shopping. A exemplo de outros países, a perspectiva é que esse piso diminua, e o segmento alcance médios e pequenos estabelecimentos.

O salto pode ser dos atuais 10 mil clientes livres para 200 mil nos próximos dois anos. Em 2027, a abertura pode alcançar os consumidores residenciais, atualmente obrigados a ficar no chamado mercado cativo, atendido por distribuidoras de energia locais.

Já a solar é mais democrática. Gustavo Müller Martins, presidente da Renovigi Energia Solar, uma das maiores fabricantes de sistemas fotovoltaicos do país, diz que o uso do sol como fonte de energia se popularizou bastante nos últimos três anos, em especial entre empresas de médio e pequeno porte e pessoas físicas:

— Eles entendem como investimento para pagar menos.

Em Natal, o restaurante Rapa Tacho exibe um cartaz informando que gera a própria energia. A proprietária Marcia Matos conta que as placas fotovoltaicas estão na fazenda do pai, no interior do Rio Grande do Norte, mas a energia produzida não vai diretamente para seu estabelecimento:
 
— A gente produz energia (na fazenda), vende para a distribuidora e ela desconta na nossa conta (do restaurante), que vem bem baixa.

Segundo ela, na região é cada vez mais comum vizinhos aderirem a esse sistema de geração distribuída. Suas placas foram adquiridas há dois anos por meio de um empréstimo.

— Já está compensando. Logo depois que a gente instalou, começaram estes aumentos da luz (por causa da crise hídrica). Se eu não tivesse a energia solar, estaria pagando mais. Vale a pena — diz Marcia.

Para o diretor de Comercialização da Engie no Brasil, Gabriel Mann, em pouco tempo a escolha do tipo de energia será para todos os consumidores ao alcance de um aplicativo:

— Temos nos preparado para a abertura desse mercado. Primeiro foco é negócios menores, médios. Depois, em 2027, pessoas físicas.

Roberta Bonomi, responsável pela Enel Green Power no Brasil, também aposta na popularização do mercado livre:
— Nos países onde há liberação, a transição energética vai até o último cliente. A liberdade de escolha é importante.

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