Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 166,62 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 167,05 / cx
Meio Ambiente

Ruralistas buscam melhorar sua imagem

CNA pretende ser mais atuante na área ambiental. Proprietários rurais são vistos como vilões da sustentabilidade.

Ruralistas buscam melhorar sua imagem

O envolvimento direto da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) com um projeto nacional de experimentação e pesquisa ambiental faz parte de um plano maior e ainda mais ambicioso – de reposicionamento da imagem do produtor rural perante a opinião pública do País e do exterior. De acordo com a presidente da entidade, senadora Kátia Abreu, grupos ambientalistas de dentro e fora do governo tratam a questão de maneira maniqueísta e se esforçam para apontar os proprietários rurais como os vilões da guerra pela sustentabilidade.

Esse esforço, ainda segundo a senadora, tem surtido efeito e os empresários rurais, responsáveis por um terço do PIB nacional e pelos sucessivos superávits na balança comercial, são cada vez mais vistos como predadores do meio ambiente. Seria um novo estigma contra o setor, já acusado de ser escravocrata, caloteiro e opositor da reforma agrária.

O plano da CNA, já em marcha, prevê reações em cada uma dessas quatro frentes. Na área ambiental, como indica o projeto desenvolvido em parceria com a Embrapa, a meta é sair do papel de acuado para tomar assento na mesa dos autores de propostas, ao lado dos grupos ambientalistas. A senadora acredita que o conjunto de interesses envolvidos no debate é vasto demais para ser conduzido apenas por tais grupos.

É provável que a senadora, que administra, ao lado dos filhos, três fazendas no Tocantins, enfrente resistências no seu próprio meio, entre os fazendeiros mais tradicionais. Quando a oposição aparecer, ela vai tentar demonstrar que um projeto ambientalista com a participação dos produtores é vantajoso por vários motivos. O primeiro deles é que leva em conta as suas necessidades.

O segundo é que pode constituir um importante diferencial para os produtos brasileiros no mercado europeu, onde a questão da sustentabilidade ocupa cada vez mais espaço, espraiando-se também para outras regiões do planeta. O Brasil pode ficar à frente de Argentina, Austrália e Estados Unidos, os outros três gigantes mundiais no setor agropecuário. Por fim, segundo a senadora, os proprietários de terras não podem se esquecer de cuidar de seu patrimônio. Se evitarem o empobrecimento da terra, poderão produzir mais e por um espaço de tempo maior.

O debate promete. Nas outras três áreas nas quais, segundo Kátia Abreu, existem preconceitos, também há projetos em andamento. A CNA vai apoiar e orientar os empresários rurais quanto às questões trabalhistas e propor mudanças no sistema de crédito rural.

Quanto à reforma agrária, a senadora diz que o agronegócio não faz nenhuma oposição. Afinal, explica, trata-se de uma política social do governo, destinada a atender à população pobre que deseja cultivar a terra. O que os proprietários rurais não aceitam são as invasões de terras – e é isso que a CNA vai tentar deixar claro em suas campanhas. Existe o temor de que as invasões, as criações de áreas indígenas e de quilombolas relativizem cada vez mais o direito de propriedade no País.

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