Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,54 / kg
Soja - Indicador PRR$ 124,12 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,08 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,73 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,54 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,76 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 4,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 163,02 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 167,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 186,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 175,64 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,18 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,19 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.372,00 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.321,84 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 184,46 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 158,95 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,39 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 177,07 / cx
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Meio Ambiente

USP e Embrapa calculam custo do manejo de dejetos e da água na suinocultura

Suínos em crescimento e terminação foram submetidos a cinco dietas que continham estratégias nutricionais validadas.

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USP e Embrapa calculam custo do manejo de dejetos e da água na suinocultura

O impacto que o manejo nutricional dos suínos tem no custo do manejo ambiental da atividade foi tema da parceria entre a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP – Departamento de Nutrição e Produção Animal (VNP) e as unidades da Embrapa, Pecuária Sudeste e Suínos e Aves.
Suínos em crescimento e terminação foram submetidos a cinco dietas que continham estratégias nutricionais validadas (aminoácidos industriais, fitase e minerais orgânicos), sendo monitorados o consumo de água e a produção e as características dos dejetos. A partir dessas informações realizaram-se análises econômicas para vários tipos de manejos e tecnologias ambientais.
Em ação inédita o trabalho também propõe uma fórmula de cálculo para o pagamento pelo uso da água para atividades pecuárias, considerando boas práticas hídricas e ambientais que o produtor possa fazer. O pagamento é um dos instrumentos de gestão considerado pela Política Nacional de Recursos Hídricos. Estados como São Paulo e Minas Gerais estão mais adiantados nesse processo. As fórmulas utilizadas até o momento não consideram as particularidades das criações animais.
As principais conclusões do estudo são:

1- As diferentes estratégias nutricionais não apresentaram diferenças nas margens de comercialização, indicando a viabilidade econômica na utilização de tecnologias nutricionais menos impactantes ao ambiente;
2- As dietas com tecnologias nutricionais mais avançadas reduziram o consumo de água pelos animais com consequente redução no custo da água, considerando-se eventuais cenários de cobrança pelo recurso;
3- Os tratamentos com tecnologias nutricionais menos avançadas apresentaram maior valoração do dejeto como fertilizante;
4- Os tratamentos nutricionalmente mais eficientes apresentaram menores custos para construção de esterqueira e biodigestor, para em ambos os materiais, PVC e PEAD;
5- O transporte dos dejetos por caminhão tanque de 15 t apresentou menores custos do que o transporte por trator-tanque, sendo o custo do transporte impactado pelo tipo de deita. Dietas de maior eficiência têm menores custos de transporte;
6- Em todos os cenários avaliados foi possível a realização do projeto com payback (tempo necessário para recuperar o investimento) de um ano.

Posteriormente, as planilhas serão disponibilizadas aos interessados no site do Laboratório de Análises Socioeconômicas e Ciência Animal do VNP.
Manejar ambientalmente uma atividade insere uma visão sistêmica da unidade de produção, portanto as análises econômicas devem considerar essa visão na qual o efeito de um aspecto produtivo promove impactos positivos ou negativos em outro aspecto.

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