Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Abatido o último rebanho com febre aftosa no MS

O rebanho da Fazenda Bonanza, em Eldorado (MS), foi abatido neste domingo em conseqüência de um acordo entre o proprietário, José Moacir Turquino, e o Iagro, a agência de defesa sanitária animal daquele Estado.

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Redação SI (23/01/06) – Os animais foram enterrados na propriedade. Assim que a propriedade tiver sido desinfectada, começará a correr o prazo de 180 dias para que o MS volte a ser declarado região livre de aftosa com vacinação – podendo, assim, normalizar as exportações

O acordo, obtido sexta-feira, levou à extinção do processo que Turquino movia na Justiça contra o Iagro e o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento para impedir o abate de seu rebanho – de 1.075 animais – até que fossem apresentadas provas conclusivas de contaminação da febre aftosa.

A Justiça Federal havia atendido o pedido de Turquino. O pecuarista receberá uma indenização de aproximadamente R$ 900 mil, mas fez questão de incluir no acordo sua recusa em aceitar que seu rebanho fosse portador do vírus da aftosa. “Concordamos com esse valor, mas não reconhecemos a existência de aftosa na propriedade”, disse o advogado Ricardo Jorge Rocha Pereira, que representa Turquino.

O pecuarista receberá cerca de R$ 850 por animal, contra R$ 550 em média pago aos proprietários dos outros 30 mil animais abatidos no estado.

Suspeita

A Fazenda Bonanza é suspeita pelo Ministério da Agricultura de ter introduzido o vírus da aftosa no Paraná. Um lote de 400 animais, comercializados no início de outubro em Londrina, teria manifestado sintomas da doença, segundo o Ministério, que apontou a Fazenda Cachoeira, em São Sebastião da Amoreira, norte do Estado, como foco da aftosa. A Fazenda Cachoeira adquiriu 209 novilhas da Fazenda Bonanza.

O governo do Paraná determinou o abate do rebanho da Cachoeira, de cerca de 1,8 mil animais criados em regime de confinamento, mas o proprietário, André Carioba, obteve liminar da Justiça Federal impedindo o sacrifício dos animais. A Justiça determinou ainda que o Ministério da Agricultura envie o resultado de todos os exames feitos nos animais da Fazenda Cachoeira. O prazo expira terça-feira, mas o Ministério informou que recorreria da decisão.

Uma comissão de seis técnicos da União Européia começa nesta segunda-feira a vistoriar propriedades rurais e frigoríficos do PR e MS para se informar das ações sanitárias adotadas contra os focos de aftosa detectados nesses estados. A missão européia ficará no Brasil até 3 de fevereiro.

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