Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,96 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,50 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,56 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,05 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 175,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.288,15 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.157,76 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,82 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,88 / cx

Produção avícola no Brasil

Programa Globo Rural mostra a evolução da avicultura brasileira em números e em tecnologia.

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Redação AI (30/01/06) – O programa Globo Rural deste domingo (29/01) apresentou uma longa reportagem sobre a avicultura brasileira. A matéria enfocou a evolução da atividade desde o início dos anos 60 até os dias de hoje. A equipe de reportagem do programa foi até Santa Catarina para contar como tudo começou. Veja alguns trechos da matéria que foi ao ar.

“Com o frango, a evolução foi ainda mais espantosa. Em 1985, o Brasil produziu pouco mais de um milhão de toneladas de carne de frango. Hoje, a produção chega a quase 8,5 milhões de toneladas.

Na década de 60, começava a ser implantada no oeste de Santa Catarina, o sistema que iria transformar totalmente a forma de se produzir porco e frango no Brasil: a chamada integração.

Nesse sistema, a indústria fornece pintinhos, a ração, medicamentos e assistência técnica. O criador entra com as instalações e toda a mão-de-obra. A parceria entre produtor e empresa levou a tecnologia para dentro das granjas. Hoje, nosso frango sai de criações sofisticadas como esta no município de Ribeira.

Tudo lá é automático e controlado pelo computador, até o clima, como explicou o veterinário Francisco Bersch, veterinário.

“Esse galpão se diferencia, principalmente pelo aspecto de climatização que permite mais conforto térmico às aves. Temos pequenas entradas de ar numa das pontas do galpão e que são controladas com painel eletrônico que, ao mesmo tempo que fazem abertura programada das cortinas, fazem a abertura dos exaustores no fundo”, disse Bersch.

Para poder entrar numa granja moderna, somente vestindo um uniforme apropriado, para evitar que o visitante leve no calçado ou na roupa algum tipo de doença para dentro do aviário.

O cuidado com a saúde das aves evoluiu bastante nos últimos 20 anos. Hoje, o pintinho recebe boa parte das vacinas antes mesmo do nascimento, ainda dentro do ovo. Saudável, com boa genética, tratado com ração balanceada e criado em ambiente confortável, o frango cresce rápido. Em um mês e meio está pronto para o abate.

Em 1965, uma empresa abatia 170 mil frangos por ano. Hoje, contando todos os frigoríficos que tem espalhado pelo Brasil, o abate chega a quase 1,7 milhão de aves por dia. Quer dizer que o tempo que eu gastei para dizer esse texto mais de 600 frangos foram abatidos.

Com preço bom e qualidade, o frango brasileiro conquistou também o mercado internacional. Um terço da produção vai para o exterior.

“Os mercados que mais consomem são o mercado japonês, mercado comum europeu e os Emirados Árabes”, disse Altemir Sampaio, gerente industrial.

Em 2004, o Brasil foi o maior exportador de carne de frango do mundo. Nessa linha de desmontagem, as empresas preparam mais de 150 cortes diferentes. Tudo para agradar o gosto do freguês por mais distante que ele possa estar”.

 

Programa Globo Rural (29/01/2006)

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