Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,24 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,80 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,54 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,96 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 186,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.190,04 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.084,48 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 162,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx

Produção avícola no Brasil

Programa Globo Rural mostra a evolução da avicultura brasileira em números e em tecnologia.

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Redação AI (30/01/06) – O programa Globo Rural deste domingo (29/01) apresentou uma longa reportagem sobre a avicultura brasileira. A matéria enfocou a evolução da atividade desde o início dos anos 60 até os dias de hoje. A equipe de reportagem do programa foi até Santa Catarina para contar como tudo começou. Veja alguns trechos da matéria que foi ao ar.

“Com o frango, a evolução foi ainda mais espantosa. Em 1985, o Brasil produziu pouco mais de um milhão de toneladas de carne de frango. Hoje, a produção chega a quase 8,5 milhões de toneladas.

Na década de 60, começava a ser implantada no oeste de Santa Catarina, o sistema que iria transformar totalmente a forma de se produzir porco e frango no Brasil: a chamada integração.

Nesse sistema, a indústria fornece pintinhos, a ração, medicamentos e assistência técnica. O criador entra com as instalações e toda a mão-de-obra. A parceria entre produtor e empresa levou a tecnologia para dentro das granjas. Hoje, nosso frango sai de criações sofisticadas como esta no município de Ribeira.

Tudo lá é automático e controlado pelo computador, até o clima, como explicou o veterinário Francisco Bersch, veterinário.

“Esse galpão se diferencia, principalmente pelo aspecto de climatização que permite mais conforto térmico às aves. Temos pequenas entradas de ar numa das pontas do galpão e que são controladas com painel eletrônico que, ao mesmo tempo que fazem abertura programada das cortinas, fazem a abertura dos exaustores no fundo”, disse Bersch.

Para poder entrar numa granja moderna, somente vestindo um uniforme apropriado, para evitar que o visitante leve no calçado ou na roupa algum tipo de doença para dentro do aviário.

O cuidado com a saúde das aves evoluiu bastante nos últimos 20 anos. Hoje, o pintinho recebe boa parte das vacinas antes mesmo do nascimento, ainda dentro do ovo. Saudável, com boa genética, tratado com ração balanceada e criado em ambiente confortável, o frango cresce rápido. Em um mês e meio está pronto para o abate.

Em 1965, uma empresa abatia 170 mil frangos por ano. Hoje, contando todos os frigoríficos que tem espalhado pelo Brasil, o abate chega a quase 1,7 milhão de aves por dia. Quer dizer que o tempo que eu gastei para dizer esse texto mais de 600 frangos foram abatidos.

Com preço bom e qualidade, o frango brasileiro conquistou também o mercado internacional. Um terço da produção vai para o exterior.

“Os mercados que mais consomem são o mercado japonês, mercado comum europeu e os Emirados Árabes”, disse Altemir Sampaio, gerente industrial.

Em 2004, o Brasil foi o maior exportador de carne de frango do mundo. Nessa linha de desmontagem, as empresas preparam mais de 150 cortes diferentes. Tudo para agradar o gosto do freguês por mais distante que ele possa estar”.

 

Programa Globo Rural (29/01/2006)

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