Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Exportação de carne suína atinge receita de US$ 66,6 mi em janeiro

Foram embarcadas 36.305 toneladas no primeiro mês do ano; valor médio da tonelada no mercado internacional se mantém estável em US$ 1.834.

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Redação SI (06/02/06)  O Brasil registrou uma receita de US$ 66,6 milhões com exportação de carne suína no primeiro mês de 2006, resultado de 36.305 toneladas embarcadas em janeiro.

Balanço divulgado pela Abipecs (Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína) indica que os números se mantêm praticamente estáveis na comparação com o mesmo período de 2005. Houve um ligeiro recuo de 2,7% na receita e de 3,3% em termos de toneladas enviadas ao exterior.

O preço médio da tonelada no mercado internacional, no entanto, continua cotado em um valor satisfatório. Fechou janeiro em US$ 1.834 por tonelada, alta de 0,63% em relação a janeiro de 2005. O presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, acredita que este patamar deverá se manter durante 2006.

Segundo Camargo, o resultado registrado em janeiro é explicado principalmente por causa do embargo às carnes brasileiras decretado no final do ano passado por países como Argentina e África do Sul. Atualmente, o Brasil é o quarto no ranking mundial de produtores e exportadores de carne suína. “Felizmente o comércio com a Argentina já foi regularizado. Mas é importante que os embargos sejam revistos nos demais mercados. A situação exige uma ação energética do Ministério da Agricultura”, afirmou Carmargo.

A Rússia continua sendo o principal mercado consumidor da carne suína brasileira. Ela respondeu por 64% do volume total comercializado no mês passado. Foram 23.270 toneladas, resultando em um faturamento de US$ 45,8 milhões. As receitas com exportações cresceram 17,76%. O embarque de carne suína para a Rússia também teve um aumento de 16,62% na comparação entre janeiro de 2005 e o de 2006.

Apesar do embargo decretado pelo país em dezembro do ano passado, o aumento se justifica porque a Rússia deu às empresas brasileiras autorização para que enviassem a produção relativa até o dia 12 de dezembro. “As indústrias ainda estavam estocadas por conta da greve dos fiscais federais em novembro. E, por isso, conseguiram exportar a produção acumulada até antes desta data”, afirmou Camargo. Segundo o presidente da Abipecs, a previsão é de que o comércio com a Rússia seja regularizado até o final deste mês, após negociações e acordos realizados entre os governos brasileiro e russo.

Santa Catarina liderou as exportações de carne suína em janeiro, com 20 mil toneladas e receita de US$ 35 milhões. O Estado foi seguido pelo Rio Grande do Sul  (8.228 toneladas / US$ 16,2 milhões) e Minas Gerais (2.648 toneladas / US$ 5,7 milhões).

 

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