Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Gripe na Nigéria acende sinal amarelo em Brasília

Prometido para entrar em vigor ainda em dezembro de 2005, o plano de regionalização sanitária da avicultura poderia dar mais segurança aos produtores brasileiros contra a entrada da influenza aviária a partir do recente registro da doença na Nigéria.

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Redação (09/02/06) – Transformado em programa de prevenção e combate à influenza aviária e à doença de newcastle, o plano do Ministério da Agricultura, entretanto, ainda não saiu do papel.

O registro da doença na Nigéria acendeu o sinal amarelo, mas não significaria um perigo real ao país, segundo os veterinários do ministério. “Não há problemas com migração de aves da África. Elas não vêm de lá”, garante o diretor de Saúde Animal do ministério, Jorge Caetano. Segundo ele, as aves migratórias chegam ao Brasil pela América do Norte.

Sobre a demora em tirar o plano do papel, Caetano diz haver a necessidade de driblar impedimentos legais e evitar problemas na Justiça com aspectos da proibição do trânsito interestadual de aves vivas e material genético. “Temos que estabelecer o status sanitário de cada região do país. Não podemos simplesmente proibir o trânsito”, afirma .

Pela regionalização, os estados seriam declarados zonas livres e tratados de forma separada para facilitar o controle e a erradicação de possíveis focos de doenças. Deve ser permitido o transporte de animais abatidos de um estado para outro. Mas os produtos avícolas só poderão ser transportados por corredores sanitários, passando por postos fiscais previamente indicados. O programa inclui o monitoramento das aves migratórias num raio de 10 km em torno das áreas de trânsito. “Essas áreas devem ser proibidas para o trânsito de aves”, diz Caetano.

O novo programa foi exaustivamente negociado com o setor privado, que pressiona o governo por uma medida concreta. O texto ainda tem que ficar em consulta pública por 30 dias para receber sugestões.(MZ)

 

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