Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,99 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,48 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 129,47 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,57 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,34 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,31 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 162,50 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 146,92 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 168,21 / cx
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.354,40 / t
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 153,71 / cx
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A importância da alimentação no desempenho reprodutivo dos suínos

O que todos os criadores de suínos desejam?

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Redação SI (11/04/06) – O que todos os criadores de suínos desejam é obter melhores resultados, ou seja, produzir o maior número de suínos, por matriz, no período de um ano. Isto pode ser alcançado com o aumento do número de partos ou quando obtemos um aumento na leitegada média, ou seja, mais filhotes por ninhada.

Para que o suinocultor obtenha tanto o aumento da leitegada quanto um crescimento no número de partos por ano, deverá conhecer todos os fatores que influenciam na produtividade das matrizes e saber como atuar sobre eles, de forma a conseguir seus objetivos.

Voltando ao conceito do aumento da produtividade por matriz, também conhecida como unidade produtiva, o que o criador deverá perseguir é justamente o aumento da produção por unidade produtiva. Desta forma, muitos são os fatores ou variáveis que atuam sobre esses animais que, se bem administrados ou manejados, podem render mais e proporcionar maiores lucros ao criador.

Em primeiro lugar, devemos ressaltar que o mais importante é o acompanhamento, de perto, de todas as fases da vida das matrizes, desde antes de sue nascimento, até a fase de acasalamentos e aleitamento. Desta forma, damos uma grande importância à alimentação da leitoa, que deu cria a uma futura matriz. Este animal deverá receber o melhor aleitamento possível e, por esta razão, a leitoa deverá receber ração adequada para a fase de aleitamento. Depois, a desmama deve ser acompanhada rigidamente, para que o animal não tenha nenhuma restrição alimentar, e a sua alimentação seja rica em todos os elementos nutricionais necessários e específicos desta fase da vida. Este acompanhamento alimentar é vital para que a futura matriz cresça nas melhores condições possíveis.

A alimentação deverá ser modificada e adaptada à todas as fases da vida da fêmea. Normalmente, as leitoas são colocadas para acasalamento no segundo ou terceiro cio. Cerca de 10 a 15 dias antes da cobertura, o criador deverá implementar uma alimentação mais restrita, indicada para esta fase. Depois da cobertura, devemos fornecer rações com alto teor nutricional, preparando a leitoa para a fase de gestação.

A fase de gestação é crucial e deve ser acompanhada com todo o cuidado. Desta forma, se o manejo for correto, o criador obterá animais perfeitos, diminuirá as chances de leitões nascerem mortos ou morrerem pouco tempo após o parto e aumentará a porcentagem de animais fortes, que poderão apresentar pleno desenvolvimento. Com a alimentação correta durante a fase de gestação, os leitões nascerão maiores, o que é uma condição indispensável para aumentarmos a taxa de sobrevivência após o parto.

Depois do parto, fazendo parte do ciclo da vida, a matriz deverá receber a alimentação adequada para que possa fornecer, através do aleitamento, todos os nutrientes necessários aos leitões lactentes. A alimentação correta é especialmente necessária, principalmente se o número de leitões for grande. Nos primeiros dias, a produção de leite ainda é pequena, mas aumenta gradativamente, atingindo a plenitude cerca de duas semanas após o parto.

* artigo da Redação RuralNews

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