Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Brasil vigiará carne da Rússia

O governo russo prevê abrir mercado para cerca de 40 frigoríficos que poderão voltar a exportar para lá.

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Redação (21/01/2008)- A Rússia assinou um termo de compromisso com o Brasil que permite dobrar a responsabilidade brasileira na fiscalização de carne bovina destinada àquele país. Além disso, o governo russo prevê abrir mercado para cerca de 40 frigoríficos que poderão voltar a exportar para lá. Eles estavam sofrendo embargo por causa de um foco de febre aftosa identificado em 2005. A medida foi comemorada pelo setor produtivo. Atualmente, cerca de 160 empresas brasileiras exportam carne para Rússia, principal cliente do País no segmento e responde por 15% das vendas de carne bovina e 70% das de suína.

Em 2007, foram embarcadas cerca de 945 mil toneladas no total, o equivalente a US$ 1,98 bilhão, 23,87% a mais que em 2006. Pelo acordo, os fiscais do Serviço Federal de Inspeção (SIF) do Brasil assumem a responsabilidade pela qualidade das carnes que são embarcadas para a Rússia. Antes, o serviço era realizado em conjunto com veterinários russos, que agora farão a vistoria no destino. Porém, se a carne brasileira chegar com algum problema sanitário, a empresa exportadora terá de arcar com o prejuízo, como frete de exportação e de taxas de permanência.

O acordo foi protocolado sexta-feira pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura do Brasil, Inácio Kroetz, e o diretor do Serviço Federal de Supervisão Sanitária e Fitossanitária da Rússia, Serguey Dankvert. Na ocasião, o governo russo solicitou a inspeção de 40 frigoríficos brasileiros, a serem analisados por uma missão de oito veterinários russos nos próximos dias.

Os veterinários vão verificar o cumprimento das exigências sanitárias e ver a possibilidade de eles voltarem a exportar. Entretanto, o pedido excluiu dessa lista empresas de Santa Catarina, o maior produtor nacional de carne suína. Foram selecionadas empresas localizadas em São Paulo, Amazonas, Roraima, Acre, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Pará, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

 
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