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A importância do uso correto das enzimas na produção animal

As enzimas são empregadas principalmente quando o custo das formulações se elevam.

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Redação (23/01/2008)- O farelo de soja é uma das melhores opções de ingredientes de alto valor nutricional utilizada na formulação de rações para aves e suínos.

Devido à alta quantidade de oligossacarídeos α-galactosídeos e galactomananos contidos no farelo de soja (conhecidos como fatores anti-nutricionais), todo o potencial nutricional deste alimento não é plenamente aproveitado pelos animais monogástricos.

Segundo explica o Zootecnista da Uniquímica, Reinaldo Kato, as enzimas são empregadas principalmente quando o custo das formulações aumentam em decorrência da elevação dos preços de matérias-primas e, em segundo plano buscando outros benefícios. "Como por exemplo a redução na excreção de nutrientes, maior disponibilização de nutrientes, minimização dos fatores anti-nutricionais, ajustes no balanceamento das dietas, manutenção da saúde intestinal e melhora na viabilidade econômica", explica o Zootecnista. "Na verdade temos que buscar melhor eficiência, melhores resultados zoo-econômicos. As enzimas são caracterizadas pela sua especificidade pelo substrato, logo encontramos diferentes enzimas disponíveis no mercado nacional (fitases, carboidrases, proteases e lípases)", explicou Kato.
O Endo-Power ß, o Aditivo Enzimativo da Uniquímica, tem se constituído como uma das melhores opções para rações a base de milho/farelo de soja, pois é o único produto que possui em sua composição as enzimas α-galactosidase, galactomananase, xilanase e ß-glucanase, que promovem a hidrólise de polissacarídeos não amiláceos solúveis como os arabino-xilanos, ß-glucanos, α-galactosídeos e galactomananos, melhorando a ação das enzimas digestivas endógenas e aumentando a digestibilidade dos nutrientes dos alimentos.

Diferencial do Endo Power Beta:

– Inativação de fatores antinutricionais, como os oligossacarídeos, alfa-galactosídeos e galactomananos, presentes nos farelos de soja e em outros grãos;
– Aumento do valor nutricional das rações à base de milho e farelo de soja para aves e suínos;
– Melhora o ganho de peso e a eficiência alimentar dos animais;

– Melhora a digestibilidade dos nutrientes dos alimentos;
– Reduz o custo de formulação das rações;
– Reduz o poder poluente dos dejetos dos animais
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