Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Câmara técnica ambiental deverá ser criada em 90 dias

A questão se tornou a pauta principal de discussão do Ciclo de Eventos da APCS.

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Redação (28/01/2008)- Em debate realizado no evento “Suinocultura paulista e o meio ambiente”, organizado pela Associação Paulista de Criadores de Suínos – APCS, o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, anunciou a criação, em 90 dias, da câmara técnica ambiental para o setor, que irá, entre outros objetivos, discutir e buscar o aprimoramento dos parâmetros e procedimentos para o licenciamento ambiental da atividade.

A questão se tornou a pauta principal de discussão no evento, realizado ontem (21/01) no auditório da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral – CATI, da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, em Campinas.

Os produtores, por intermédio da APCS, apresentaram suas propostas quanto às adequações do setor mediante as leis ambientais. “A nossa idéia é criar a câmara ambiental para que a Secretaria possa ajudar os suinocultores a normatizar a certificação ambiental, fazendo modelos diferentes para pequenas e grandes granjas”, declarou Valdomiro Ferreira Júnior, presidente da APCS.

Graziano propôs a assinatura de um protocolo de intenções, após a criação da câmara técnica ambiental, semelhante ao que foi assinado com o setor sucroalcooleiro. Segundo o secretário, com a assinatura do protocolo os suinocultores poderiam assumir algumas questões facultativas, como a recuperação das matas ciliares existentes nas propriedades.

Para Valdomiro, a criação da câmara ambiental deve vir antes da assinatura do protocolo, para que o mesmo já determine os parâmetros do licenciamento ambiental e, principalmente, o tempo para que os suinocultores possam se adequar às exigências ambientais.

Segundo Graziano, esta é uma agenda ambiental positiva que está atingindo outros setores e que já atingiu a suinocultura. “Se não fizermos agora, com a participação efetiva do setor, isso será imposto daqui cinco anos. Esse é o tipo de assunto que tem que ser resolvido e feito, não adianta postergar”, finalizou.

O evento também contou com as palestras “Dejetos suínos: impacto ou benefício?”, apresentada pelo professor Jorge de Lucas Júnior, e “Linha de financiamento de suinocultura do Estado de São Paulo”, ministrada pelo engenheiro Wilson Canelas

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